<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100</id><updated>2011-04-21T21:57:22.543-03:00</updated><title type='text'>FOLCLORE DO BRASIL</title><subtitle type='html'>Blog de cobertura do XII Congresso Brasileiro de Folclore e XII Encontro de Folclore e Cultura Popular - Natal, de 29 de agosto a 1º de setembro de 2006
por Eduardo Alexandre</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100.post-115799411274857212</id><published>2006-09-11T13:56:00.000-03:00</published><updated>2006-09-13T13:59:41.140-03:00</updated><title type='text'>SALDO POSITIVO</title><content type='html'>&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Os temas cantados em todas as línguas, em cem fórmulas musicais, dizem um mapa comum, determinando a aproximação, o entendimento, o conhecimento intelectual pela sensibilidade da tradição."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Luís da Câmara Cascudo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandro Gurgel&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folgbralexsreis.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/400/folgbralexsreis.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Brincantes do Boi-de-reis de Manoel Marinheiro entre as imagens dos Reis Magos, em Santos Reis, Natal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;XII Congresso Brasileiro de Folclore&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Avaliação parcial&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminado o 12º Congresso Brasileiro de Folclore - entre mortos e feridos - o saldo foi altamente positivo, apesar das dificuldades, atropelos e superposição de eventos.  O espaço físico foi menor do que o desejado. Não tinha sala para todos os grupos de trabalhos (GT), e houve superposição de grupos e temas discutidos, com prejuízo do debate e aprofundamento dos trabalhos. Só no segundo dia pela manhã, em um único grupo misto, foram apresentados 20 trabalhos com duração de 10m. Muito pouco, para trabalhos tão extensos como o que apresentei sobre “ O Kosmos Camoniano e a Cultura Popular”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram 10 grupos de trabalho, com mais de 100 trabalhos a serem apresentados em três manhãs. Doze mesas redondas, 07 oficinas com os mais diferentes temas, Curso de atualização em Folclore. Sem falar no festival de danças, cortejo com os grupos folclóricos na Redinha, etc, etc. Difícil atender a tudo, ficando com o gostinho de que se está perdendo algo. Muita gente jovem, projetos interessantíssimos e a vontade de trabalhar pela cultura popular do Brasil. Homenagem mais do que justa a Luís da câmara Cascudo. Faltou, na minha opinião, uma homenagem mais consistente ao folclorista Veríssimo de Melo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda propus uma exposição, em sua homenagem, mas não foi possível concretizar. O evento contou com a participação dos maiores folcloristas e estudiosos da cultura popular brasileira, e alguns estrangeiros. No terceiro dia foi possível dividir melhor os grupos de trabalhos, e deu para apresentar melhor o trabalho. Apresentei o trabalho sobre a Lua na etnografia, mitologia e Música Popular Brasileira. O Trabalho foi muito bem aceito no grupo e  os poucos presentes cantaram comigo o cancioneiro da música popular enluarada. Gostei muito do trabalho do Climério de Oliveira Santos, que junto com Tarcísio Soares Resende, fizeram o belo livro sobre o Maracatu, com partituras, cd com 12 músicas e faixas multimídias. Bacana, também, o trabalho do grupo PEDUBREU –  Tecnococo, comandado pelo excelente Gláucio Câmara, e apresentado pela simpática e competente Fátima Costa, que também trabalha com as cantadeiras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo do Gláucio faz uma releitura- vivencia o coco “Boi Tungão”  do Chico Antonio, romances de Dona Militana,  junto com rabeca e música eletrônica. Muito bom o show apresentado na Casa da Ribeira. Precisa sair urgente o CD. Quanta coisa legal está acontecendo, e não ficamos sabendo. Jovens lendo, fazendo e recitando cordel. Grupos e mais grupos de danças populares. A mesa redonda sobre literatura de cordel no século XXI, foi um dos pontos altos do Congresso. Cordel feito no computador e com roupagem multimídia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesa, estava presente a professora holandesa Ria Lemaire, que conduz na França estudos sobre a oralidade no mundo da língua portuguesa. A professora Lia trabalha na universidade de Poitiers, na França, onde dirige o Fonds Cantel, uma das mais ricas coleções de cordéis do mundo. São nove mil folhetos de cordel, cartas dos autores, manuscritos, etc. O cordel como objeto de arte é uma peça precária e tosca, e se enriquece com a sua transmissão oral e gestual, disse a professora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ocasião, houve um rico debate sobre o autor do folheto de cordel. Ele pode ser um bacharel? Na opinião do grande MAXADO, sim. Francisco Maxado Nordestino, que tive o prazer de conhecer, completou 40 anos de poesia e 30 de cordel. É de Feira de Santana  - Ba, já morou muito tempo no sudeste do Brasil e tem várias formaturas em cursos superiores. Autor de várias centenas de cordéis, inclusive muitos fesceninos. O K. Gay Nawara é autor de muitos folhetos eróticos: Os Viadinhos Amigados, O Tarado da Capa preta que assusta estudantes, etc. Maxado também é autor de vários clássicos do Cordel. Entre eles, O testamento de Judas pela semana santa, O casamento do lobisomem com a Vampira feiticeira e muitos e muitos outros, alguns deles esgotadíssimos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi através do amigo Maxado que tomei conhecimento dos cordéis e livro do poeta José Aras, autor de Sangue de Irmãos. “A história da Guerra de Canudos e Antônio Conselheiro”. Outro grande autor de cordel e xilogravuras, que tive o prazer de conhecer, foi Marcelo Alves Soares, de Olinda - PE. Marcelo é filho do famoso poeta-repórter José Soares, que faz parte de uma família de artistas populares. Comprei muitos cordéis e camisetas com xilogravuras do Marcelo, que também é autor de “Estes Fesceninos”, projeto gráfico e poesia do Marcelo. Acompanha uma bela caixa-envelope, em edição limitada e assinada pelo autor que está indo apresentar o seu trabalho em Portugal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Congresso foi enriquecido com a presença das banquinhas vendendo arte popular e folhetos de cordel. Estava presente ABAETÉ, de PE e residente em Natal há mais de 20 anos, com muitos folhetos sobre Lampião e outros temas. Muito simpático o “Boquinha de Mel”, norte-riograndense de nome de batismo Elinaldo Gomes de Medeiros. Um turbilhão de versos de improviso e autor de um cordel sobre a origem da feira do Alecrim e outro sobre Lampião, o Invasor de Mossoró. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra mesa redonda que tive o prazer de assistir foi com o paraibano Bráulio do Nascimento, um dos maiores folcloristas do Brasil. Bráulio falou sobre as várias versões do livro da Donzela Teodora. Foi aí que pedi a palavra e lembrei do livro de Walnice Nogueira Galvão, sobre a Donzela-Guerreira. Figura que faz parte do imaginário das mais diferentes culturas: A Mu-lan chinesa, Joana D´Arc, Iansã, Jovita Alves Feitosa, do CE, e muitas outras. Outro grande destaque do Congresso foi sobre a cultura Africana na formação cultural brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falou-se muito sobre o culto da Jurema, uma planta alucinógena: mimosa nigra, a jurema preta e acácia jurema, a branca. A professora Maria Theresa Lemos apresentou um brilhante estudo sobre o Meleagro, de Cascudo, e a Música de feitiçaria de Mário de Andrade. O professor Luis Assunção, da UFRN, diz que em Natal existem 270 casas de cultos africanos, a maior parte na Zona Norte. Uma característica dessa pratica de culto é a sua perseguição ao longo dos anos. O Professor José Fernando, de PE, trabalhou muito para o sucesso do evento, e fez uma defesa emocionada desses cultos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor disse que recebeu muita força de uma dessas casas em momentos difíceis, na preparação do Congresso. Outra palestra interessante foi a do português Antônio Tiza, sobre Tradições nordestinas: heranças lusitanas. Estudo sobre os bonecos gigantes que saem durante o ciclo de 12 dias, entre o Natal e Dia de Reis, na região fronteira Portugal-Espanha. Muito interessante a festa dos rapazes, que remonta aos cultos dos celtas no solstício de inverno. Enfim, dizer que o Congresso foi altamente proveitoso e estimulante para os estudiosos e amantes da cultura popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É lamentável que muitos não tenham participado, e que tenha havido um Congresso similar e quase paralelo na cidade vizinha de Mossoró-RN. Somos poucos e os recursos são limitados. Em mais de 50 anos, só conseguimos realizar doze congressos. Estão de parabéns todos os que conseguiram trazer esse importante evento nacional para a cidade de Câmara Cascudo, em seus 20 anos de encantamento. Parabéns, em especial, para José Fernando, Severino Borges, Gutenberg Costa e Deífilo Gurgel, bravos baluartes da bandeira do divino filho espírito santo da cultura e religião do povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;João da Mata Costa&lt;/strong&gt; – UFRN&lt;br /&gt;damata@ufrnet.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33371100-115799411274857212?l=folcloredobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/115799411274857212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33371100&amp;postID=115799411274857212' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115799411274857212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115799411274857212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/2006/09/saldo-positivo.html' title='&lt;b&gt;SALDO POSITIVO&lt;/B&gt;'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100.post-115793313614922199</id><published>2006-09-10T21:01:00.000-03:00</published><updated>2006-09-10T21:05:36.163-03:00</updated><title type='text'>DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO</title><content type='html'>&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;br /&gt;“Se os Governos forem, um a um, valorizando, sistematizando, divulgando, fixando o seu Folk Lore, estarão criando uma Internacional de Poesia, pacífica, invencível, a mais natural, a mais democrática, a mais profunda de todas as organizações sociais, unindo, através dos idiomas e das religiões, das culturas e das civilizações, do tempo e do espaço, todos os homens, de todas as raças, numa continuidade de beleza, de lirismo, de confiança e de solidarismo humano.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Luís da Câmara Cascudo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Macedo&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folcbrhm22.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/400/folcbrhm22.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Internacional da Poesia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Do Blog do Cascudo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sessão de encerramento da Comissão Executiva do Congresso Luso Brasileiro de Folk Lore em Lisboa, o Sr. Antônio Ferro fez um discurso sugestivo. Discurso conversando e sem pretensão de eloqüência. Não ergueu a voz. A sala era pequena e acolhedora. O Palácio da Foz, em vermelho e branco, é um dos mais lindos da Europa. Casa fidalga do século XVIII, cheia de recordações graciosas, de festas que deixaram saudades, de elegância, de bom gosto, ambiente em que a conversa era uma Arte e o espírito um estado normal da inteligência. O Sr. Antônio Ferro, fixando a importância essencial da defesa do Folk Lore, como fisionomia coletiva em sua expressão natural e poderosa de beleza, lembrou que o povo imprime aos seus objetos um pormenor de graça, de colorido e de emoção incomparável e lógico. A poesia e o canto, o desenho coreográfico e a indumentária, todo material etnográfico, constitui uma força viva, mobilizada automaticamente para a guarda da alma popular na profundeza de sua sinceridade, do seu direito de expressar-se sem obediência e submissão ao Ganon exterior, efêmero e sucessivo, da Moda...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A valorização do Folk Lore pelos Governos é um ato natural. Tão natural como a organização de suas Forças Militares. É um exército invisível e perpétuo, vivendo nas almas, de geração em geração, defendendo o País, idioma, hábito, cultura oral, costume, a técnica secular conquistadora de maravilhas. Se os Governos forem, um a um, valorizando, sistematizando, divulgando, fixando o seu Folk Lore, estarão criando uma Internacional de Poesia, pacífica, invencível, a mais natural, a mais democrática, a mais profunda de todas as organizações sociais, unindo, através dos idiomas e das religiões, das culturas e das civilizações, do tempo e do espaço, todos os homens, de todas as raças, numa continuidade de beleza, de lirismo, de confiança e de solidarismo humano. Os temas cantados em todas as línguas, em cem fórmulas musicais, dizem um mapa comum, determinando a aproximação, o entendimento, o conhecimento intelectual pela sensibilidade da tradição. Será uma Internacional de Poesia em serviço, em defesa e conservação da Paz. Folk Lore é cultura popular, independente, omnimoda, universal e nacional, coletiva, é una, milenar e presente. Valorizá-lo, como o faz o Governo de Portugal, é assumir uma atitude em serviço da Paz pela presença afetuosa da inteligência anônima dos povos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sr. Antônio Ferro fez, sem intenção e sem vaidade, o seu discurso de inauguração do Congresso. E, velho enamorado da Arte Popular Portuguesa, expôs, aos seus companheiros do Folk Lore Brasileiro, o programa inicial de sua doutrina radicular e natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Luís da Câmara Cascudo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Diário de Natal, 27 de dezembro de 1947&lt;br /&gt;http://www.memoriaviva.com.br/cascudo/index2.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33371100-115793313614922199?l=folcloredobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/115793313614922199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33371100&amp;postID=115793313614922199' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115793313614922199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115793313614922199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/2006/09/de-gerao-em-gerao.html' title='&lt;b&gt;DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO&lt;/B&gt;'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100.post-115766215094748343</id><published>2006-09-07T17:44:00.000-03:00</published><updated>2006-09-07T18:06:44.380-03:00</updated><title type='text'>TEMAS ABORDADOS</title><content type='html'>&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Alto está&lt;br /&gt;e alto mora:&lt;br /&gt;todos o vêem,&lt;br /&gt;ninguém o adora"&lt;br /&gt;Adivinha - Sino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Macedo&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folcbrhm25.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/400/folcbrhm25.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Alguns temas abordados no Congresso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-01- SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA. Uma análise acerca do papel da escola na orientação sexual dos jovens (na opinião de professores, pais e adolescentes)&lt;br /&gt;AUTOR: Leila Silmara de Morais Nogueira&lt;br /&gt;ORIENTADOR: Ludimilla Carvalho Serafim de Oliveira&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;O estudo da sexualidade está ligado aos valores de cada sociedade. Como essas instruções não são saciadas no âmbito familiar, emerge daí a necessidade de uma orientação sexual, para que o indivíduo possa compreender e conviver melhor com a diversidade em meio à descoberta da sexualidade. A escola aliada à família exerce uma função essencial na educação sexual dos adolescentes, tendo em vista, o seu papel de construção de conhecimento na sociedade. Neste sentido, o objetivo do trabalho proposto tem o intuito de analisar a opinião de pais, professores e adolescentes com relação ao papel desenvolvido pela escola na orientação sexual dos adolescentes. A coleta dos dados foi realizada através de um estudo descritivo e exploratório na escola Estadual Governador Dix-Sept Rosado – Mossoró / RN. O instrumento utilizado na investigação foi o grupo focal que conforme Morgan (1997) constitui-se numa técnica qualitativa que visa o controle da discussão de um grupo de pessoas inspirada em entrevistas não diretivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-02 - Revista Acadêmica Bula&lt;br /&gt;EXPOSITORES: Jefferson Melo de Araújo, Maísy de Medeiros Freitas e&lt;br /&gt;Patricia Caetano de Oliveira&lt;br /&gt;AUTORES: Maísy de Medeiros Freitas, Patrícia Caetano de Oliveira, Jefferson Melo, Mário César Gomes (Educação Artística/ UFRN)&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;A Revista Acadêmica BULA, se propõe a ser um veículo de comunicação que possibilite a publicação de textos acadêmicos, divulgação de eventos culturais, críticas artísticas e outros gêneros literários, como também favorecer o diálogo entre os alunos do Departamento de Artes e demais departamentos ligado ao Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes – CCHLA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-03 - Publicidade e Propaganda: qual é a diferença?&lt;br /&gt;AUTORA: Dalvacir Xavier de Oliveira Andrade (Mestre em Ciências Sociais/ UFRN, Professora de Publicidade e Propaganda/ UnP. e FANEC)&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;Os vocábulos Publicidade e Propaganda são tidos, no Brasil, como sinônimos. Contudo, existem diferenças, tanto históricas, quanto semânticas entre eles. O equívoco tem suas origens no próprio surgimento da atividade publicitária no país. Com as primeiras agências brasileiras, inspiradas nas agências americanas, chegou-se a indevida tradução de publicity, propaganda e advertise, gerando a incorreta utilização dos termos como sendo sinônimos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-04 - Projeto Primeiros Passos em Pau-Brasil e Rocinha.&lt;br /&gt;AUTOR E EXPOSITOR: Bruno de Oliveira Lima (Aluno da pós-graduação em Antropologia Social/ UFRN)&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;Esse trabalho é uma análise, identificação e avaliação, das práticas e competências familiares em áreas rurais nas comunidades tradicionais de Rocinha e Pau-Brasil, localizadas na microrregião de Macaíba no Rio Grande do Norte. O principal objetivo é elaborar um diagnostico situacional destas comunidades para futuras ações intersetoriais das competências familiares, buscando assim, o fortalecimento da relação mãe e filho no seu ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-05- PEDAGOGIA DA TERRA: Relato de uma experiência na UERN &lt;br /&gt;AUTORA: Ludimilla Carvalho Serafim de Oliveira&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;O Programa Pedagogia da Terra, consiste numa parceria entre a UERN e o INCRA - Instituto Nacional da Reforma Agrária, com a finalidade de atender dentro do Plano Nacional de Reforma Agrária a oportunidade da educação de nível superior para àqueles que vivem nos assentamentos humanos rurais. O objetivo do trabalho é suscitar a relevância do programa através do curso de pedagogia, para a transformação social no campo e analisar a priori, a experiência de uma disciplina (pesquisa educacional), tendo em vista uma primeira aproximação dos rurícolas com a Universidade. A experiência, mostrou que a história de vida e o conhecimento empírico destes constituem em sólidas ferramentas no âmbito acadêmico. Já que por essa via, são possíveis interrelações entre o conhecimento teórico com a vivência nos assentamentos, o que proporciona uma interlocução capaz de nortear uma construção no processo educacional vigente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-06 - O imaginário e o lendário na construção da identidade de um povo.&lt;br /&gt;AUTORAS: Maria Aparecida de Almeida Rego&lt;br /&gt;Paula Virginia da Silva&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;O mistério, o medo, o incerto, a humanização dos animais e dos elementos da natureza são temáticas recorrentes no imaginário da tradição popular. Uma tradição que não se perde com o tempo. São imagens construídas que, ora consideradas falsas pela ciência, o que prevalece é a “lei da palavra” repassada, capaz de garantir veracidade às representações que estão diretamente ligadas à origem de lugares e/ou justificativas de fatos. Assim, ao coletarmos narrativas sobre Os sete buracos ou a gruta do Bode, um subterrâneo localizado no município de Canguaretama, município do Rio Grande do Norte, identificamos uma coletânea de histórias reais e/ou lendárias que habitam o imaginário de um povoado, como forma de registro de um passado que contem elementos do maravilhoso, do fantástico e do lendário como tentativa de explicação para fatos que influenciaram e influenciam na construção de suas identidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-07 - Aspectos sócio-ambientais da produção da cal em Governador Dix Sept- Rosado/RN&lt;br /&gt;AUTORA: Ludimilla Carvalho Serafim de Oliveira (especialista em direito ambiental, mestre em desenvolvimento e meio ambiente PRODEMA/ UERN)&lt;br /&gt;ORIENTADORA: Françoise Dominique Valéry (Drª Planejamento Urbano e Regional,Professora da UFRN)&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;O município de Governador Dix Sept Rosado está localizado no Estado do Rio Grande do Norte, região Nordeste do Brasil, na faixa semi-árida, centrado na mesorregião Oeste Potiguar. O mesmo possui sua atividade econômica baseada na calcinação de calcário. Constituindo-se ainda numa atividade bastante rudimentar, utilizando os produtores da cal virgem o uso da lenha como fonte energética para os fornos. Desse modo, existem duas cadeias produtivas envolvidas com este trabalho: uma que está ligada à atividade extrativa do calcário (matéria-prima dos fornos) e outra ligada ao corte da lenha.. Diante das dificuldades a priori detectadas, a pesquisa utilizou uma metodologia calcada na observação sistemática, entrevistas abertas, conversas informais, registros fotográficos, documentos além da imparcialidade junto ao depoimento dos lenhadores,sendo realizados um levantamento bibliográfico e um mapeamento da área estudada, na zona rural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-08- As variantes não-canônicas menas e meia: um estudo sobre variação sociolingüística&lt;br /&gt;AUTORA: Maiza de Albuquerque Trigo (Mestranda – PPGEL/ UFRN)&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;Esta pesquisa se propõe a discutir a relevância de um trabalho, junto aos alunos tanto do Ensino Fundamental quanto do Ensino Médio, de conscientização sobre a co-existência de variantes na língua materna e de distinção entre as variantes padrão e não-padrão dessa língua, considerando a existência das variantes não-canônicas MENAS e MEIA. Nossa pesquisa está inserida no domínio teórico da Sociolingüística Variacionista, inspirada por Labov, em que consideramos que variáveis sociais, como sexo, idade e escolaridade, e variáveis lingüísticas, como presença da variação de gênero e decategorização, influenciam a escolha de uma das variantes. Através de entrevistas com doze informantes – seis mulheres e seis homens, de escolaridades diferentes e faixa etária similar, e com o objetivo de investigar a ocorrência de variação nos advérbios MENOS e MEIO, foi possível evidenciar a co-existência dessas formas na modalidade oral da língua, mostrando que há concorrência entre as formas variantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-09- A FEIRA NO SERTÃO DO SERIDÓ POTIGUAR: por uma abordagem geográfica cultural&lt;br /&gt;AUTOR E EXPOSITOR: Marcos Antônio Alves de Araújo (Geógrafo e Mestrando do Programa de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia/ UFRN)&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;Incrustadas em boa parte dos espaços das cidades que compõem as cartografias urbanas do Seridó Potiguar, as feiras livres, representam, ainda, instituições, ditas, tradicionais onde são tramadas uma multiplicidade de relações culturais. Nesse sentido, ancorado nos baluartes teórico-metodológicos da Geografia Cultural e alicerçado nas inspirações discursivas de Rogério Haesbaert, Paulo César da Costa Gomes, Marcelo Lopes de Souza, Paul Claval e Michel Foucault, elegeu-se como objetivo deste trabalho, analisar os motivos que fazem com que os múltiplos territórios da feira livre da cidade de Caicó, enxertada nas terras sertanejas do Seridó Potiguar, sejam construídos e reconstruídos diante de um surgimento de modernos espaços de usos e consumos, problematizando as práticas culturais tecidas pelos sujeitos sociais nas malhas espaciais demarcadas, apropriadas e controladas por relações de poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-10 - ALUNOS PESQUISADORES: histórias de vida e identidade &lt;br /&gt;AUTORA: Joana Leopoldina de Melo Oliveira (UFRN)&lt;br /&gt;ORIENTADORA: Profª. Drª. Maria de Lourdes Patrini Charlon (UFRN)&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;Trabalhar com relatos orais é uma forma privilegiada de se obter o máximo de informações de um indivíduo ou grupo social. A história de vida é um desses recursos da história oral, onde o narrador dá ao pesquisador informações que serão captadas além do indivíduo, e serão analisadas na coletividade em que está inserido. Esse estudo se inscreve no projeto de pesquisa “A escrita e seu duplo: campos múltiplos de observação e invenção”, tendo como objetivo discutir os conceitos, histórias e narrativas de vida, produtos orais de colaboração entre uma pessoa que fala de sua vida e uma outra que escuta e intervém de maneira mais ou menos ativa no discurso. Através do método da entrevista compreensiva, foram analisadas as entrevistas de alunos pesquisadores de graduação, iniciação científica e pós-graduação em ciências humanas da UFRN, que fazem parte do projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-11 - Jardim do Seridó/RN: uma leitura imagética do urbano. &lt;br /&gt;AUTORA: Evaneide Maira de Mélo (Mestranda em Geografia, pelo Programa de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia/ UFRN)&lt;br /&gt;ORIENTADORA: Profª Drª Maria Helena Braga e Vaz da Costa (Coordenadora da base de pesquisa Artes Visuais , Cultura e Representação/ DEART/ UFRN)&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;Empreendemos uma jornada pelos labirintos urbanos de Jardim do Seridó/RN, tomando como referencial empírico o acervo fotográfico de Zé Boinho, fotógrafo oficial da cidade no transcorrer dos anos de 1950 a 1980, com o objetivo de construir um painel sobre o cotidiano citadino na temporalidade em questão.Os procedimentos teórico-metodológicos da pesquisa corresponderam ao levantamento de referenciais sobre Represetanções, Geografia Cultural, Imagem e Cidade. Neste sentido, apontamos os trabalhos de Corrêa (2001), Claval(2001),Manguel(2001), Barthes(1984), Pesavento(1995) e Calvino (1990). Como também, desenvolvemos atividades de campo na cidade de Jardim do Seridó/RN para coletar o acervo fotográfico de Zé Boinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-12 - O PERFIL DO ALUNO PESQUISADOR&lt;br /&gt;AUTORA: Francisca Arinuza Dantas Sizenando (Letras/UFRN)&lt;br /&gt;ORIENTADORA: Profa. Dra. Maria de Lourdes Patrini Charlon (UFRN)&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;Este trabalho é baseado no projeto de pesquisa a “Escrita e o seu duplo: campos múltiplos de observação e invenção”, que analisa os relatos de alunos-pesquisadores de graduação, iniciação científica e pós-graduação em Ciências Humanas da UFRN, na busca da valorização da oralidade e da identidade desses alunos pesquisadores, tendo a preocupação de resgatar com esse trabalho o indivíduo e seu papel social, nas relações homem e sociedade, assim como, conhecer as escolhas profissionais e pessoais destes indivíduos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-13-Tradição e modernidade na arte de contar histórias&lt;br /&gt;Autora e Expositora: Danielly da Conceicao Lima Cavalcante (Letras/ UFRN)&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;O objetivo deste trabalho é mostrar a importância do conto oral e da prática social do contar e, discutir os motivos pelos quais essa prática vem resistindo, apesar dos anúncios de sua quase extinção. Essa questão motivou as pesquisadoras, Profª. Maria de Lourdes Patrini e Profª. Vera Lucia F. Pereira, a desenvolverem projetos de pesquisa. Os resultados obtidos pelas pesquisadoras estão nos livros “A renovação do conto” e “O artesão da memória”, respectivamente. Em seus estudos, as pesquisadoras privilegiam a transmissão e a recepção orais do conto, sendo que no primeiro a autora revisitará a prática tradicional dos contadores de histórias, mas seu estudo se concentrará na renovação da prática oral de contar e sua performance a partir de maio de 68 até 1998. O segundo livro foca, com um tom de nostalgia, a fala do contador, seus anseios e seus esforços em adaptar a sua arte aos apelos de uma modernidade aguda. A importância de tais trabalhos se encontra nos estudos realizados sobre a oralidade, escritura, memória e performance voltados para a prática do contador. Para a realização desses trabalhos as pesquisadoras entrevistaram, diretamente, os contadores de histórias, na França e no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. A análise dos dados revela que, apesar das diferenças existentes, há certas equivalências como, por exemplo, a preocupação com a renovação da prática de contar e a sua transmissão, recepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-14- A CIDADE EM FESTA: Nossa Senhora do Ó contando a sua história&lt;br /&gt;Autor e Expositor: Flávio Rodrigo Freire Ferreira (Ciências Sociais/ UFRN)&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;A proposta do presente trabalho consiste em estudar a religiosidade e devoção de Nossa Senhora do Ó na cidade de Nísia Floresta (RN) e analisar como os moradores percebem a cidade. Com efeito, a festa de Nossa Senhora do Ó ocupa um lugar central no calendário festivo-religioso da cidade e, por esse motivo, procuro fazer uma leitura da lenda de fundação da cidade à luz do passado. Com pesquisa realizada antes e no período da festa, possibilitando a sua descrição etnográfica à luz das narrativas que figuram em torno da santa padroeira, observei ainda a relação existente entre as duas figuras importantes da cidade: Nísia Floresta e Nossa Senhora do Ó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-15- A poluição do ar no bairro do Alecrim &lt;br /&gt;Autora e Expositora: Ana Beatriz Câmara Maciel (Aluna do Programa de educação tutorial/ Geografia/ UFRN)&lt;br /&gt;Orientador: Ademir Araújo da Costa&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;Os problemas ambientais vêm aumentando atualmente nos centros urbanos das médias e grandes cidades, afetando de maneira grave a qualidade de vida da população. Isso se deve ao fato de que o processo de urbanização que ocorreu no Brasil foi de forma muito rápido, desordenado e não planejado, contribuindo assim para um aumento desses problemas. A cidade de Natal não foge a regra, com a sua acelerada urbanização trouxe consigo vários problemas ambientais, evidenciando-se em determinados bairros, como por exemplo, o bairro do Alecrim. É nesse sentido que o projeto de pesquisa em fase final de sua execução tem como principal objetivo estudar a poluição do referido bairro, localizado na cidade de Natal/RN, causado pelo comércio e pelos automóveis, e as conseqüências trazidas por essa problemática ambiental para a população do bairro, tendo como espaço temporal o período de 1990 até os dias atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-16- Ciclo do Algodão no município de Florânia no final do século XIX&lt;br /&gt;Expositores: Andréa Oliveira de Azevedo e Genilson de Azevedo Farias&lt;br /&gt;Autores: Andréa Oliveira de Azevedo, Genilson de Azevedo Farias, Daniel Bertrand e Luiz Dutra de Souza Neto (Departamento de Arqueologia/ MCC/ UFRN)&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;Na segunda metade do século XIX ocorreu um importante ciclo econômico no interior do Rio Grande do Norte, o chamado ciclo econômico do algodão. Este ciclo ocorreu no Rio Grande do Norte em dois períodos distintos, o primeiro na segunda metade do século XVIII e o segundo na segunda metade do século XIX. Os dois períodos ocorreram por causa da quebra do fornecimento de algodão norte-americano para o mercado europeu. Esta ruptura se deu por causa de conflitos ocorridos em território norte-americano. Este segundo período consolidou esta atividade econômica no Nordeste do Brasil. Como também alavancou a economia provincial com o estabelecimento de comerciantes estrangeiros que trabalhavam com os negócios de importação de produtos europeus e a exportação de matérias-primas locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-17- Congos de Calçola: uma manifestação artística popular da vila de Ponta Negra&lt;br /&gt;Autora e expositora: Maria da Conceição Lira de Paiva&lt;br /&gt;Orientadora: Profª. DrªTeodora de Araújo Alves/ DEART&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;A Vila de Ponta Negra tem muitos “encantos” e, sobretudo tem história, que deve ser preservada, pois nela estão presentes valores que hoje em dia se distanciam em decorrência da economia, da mundialização, da globalização, devoradoras da identidade cultural.O projeto de pesquisa A arte e a identidade de um povo, coordenado pela Profª Drª Teodora Araújo surge para ressaltar a cultura local da comunidade investigada com foco na arte produzida por seus moradores.Com o objetivo de conhecer e estudar as Manifestações artísticas populares: os encantos da Vila de Ponta Negra, ressaltando saberes advindos dos mestres e brincantes dos grupos folclóricos, bem como contribuir com a composição do acervo cultural da comunidade, relato a observação e descrição da linguagem cênica da dança dramática: congos de calçola.A metodologia utilizada para este trabalho de iniciação científica foi a da pesquisa-ação e observação participante como técnica de coleta de dados, além de entrevista com o mestre José Correia, e leituras relacionadas.A pesquisa tem um papel extremamente relevante na perspectiva de suscitar e reavivar, a comunidade investigada para a sua essência artística, valorizando e apresentando ao mundo as suas tradições populares, parte da nossa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-18- CONTRIBUIÇÕES SOBRE SEMIÓTICA: aporte para uma análise discursiva através de Saussure e Peirce&lt;br /&gt;Autores e Expositores: André Domingos da Silva&lt;br /&gt;Genoveva Batista do Nascimento&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;Aponta a semiótica como um estudo de toda e qualquer linguagem, pois, é através dela que temos, mesmo que inconscientemente a base para perceber e entender as coisas. A consciência é a premissa maior de todo um complexo de significações que a semiótica busca elucidar, a fim de explicar questões que muitas vezes por nós passa despercebida. Quem nunca tentou decifrar os desenhos de uma nuvem? Quem nunca quis saber o que se esconde por trás das palavras existentes nos discursos utilizados por oradores, juristas, pastores, padres, enfim, pessoas que tornam público as palavras, que verbalizam. Traz considerações sobre Ferdinand de Saussure e Charles Sanders Peirce como bases das discussões fluentes no assunto respectivamente, o primeiro enfoca uma visão diática do signo, atribui puramente suas teorias ao campo da lingüística. O segundo, por sua vez, atribui suas teorias, dentro de uma concepção triádica do signo a toda e qualquer coisa existente na natureza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-19 – Memórias de "Antes da Noite": a história do espetáculo teatral que virou presente para Câmara Cascudo&lt;br /&gt;Autora e Expositora: Elisa Paiva de Almeida (Aluna do Curso de Comunicação Social – Radialismo, bolsista PPPg - PROPESQ / UFRN)&lt;br /&gt;Orientadora: Maria da Conceição de Almeida&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;O presente trabalho resgata, por meio de um documentário em vídeo a experiência do desenvolvimento do espetáculo teatral "Antes da Noite", feito em homenagem a Luis da Câmara Cascudo no ano de seu centenário. O processo de criação, encenação e montagem proporcionou aos seus participantes a produção de conhecimentos principalmente relacionados à prática teatral e à obra de Cascudo. Além de resgatar a memória dessa vivencia de extensão universitária, o trabalho é também um exercício da utilização da complexidade como fundamentação teórico-metodológica para a produção científica e videográfica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-20 – A Prática Pedagógica na Educação de Jovens e Adultos: um tesouro a descobrir.&lt;br /&gt;Autoras e Expositoras: Marianne da Cruz Moura&lt;br /&gt;Dominique Cristina Souza de Senna (Alunas do Curso de Pedagogia da DEPED/UFRN)&lt;br /&gt;RESUMO: &lt;br /&gt;O presente trabalho, desenvolvido como parte das exigências para conclusão da disciplina Prática de Ensino no 1° Grau no curso de Pedagogia/UFRN, relata a experiência de prática de ensino, desenvolvida no Centro de Estudos para Jovens e Adultos – CEJA, com turma de 1º ano da EJA. Os alunos de EJA são alunos muito especiais e com uma vontade de aprender muito grande, embora às oportunidades sejam pequenas. Cada aluno tem uma história, uma vivência diferente e muito a nos ensinar. São vidas já vividas e apesar das conquistas já alcançadas eles sentem falta de algo muito importante nessa trajetória, sentem falta da educação, do prazer de ler um aviso, de escrever uma carta, de ajudar um filho numa tarefa ou de, simplesmente, poder escrever seu próprio nome. Conforme a LDB, 1996, Art. 37, § 1º “é de direito dos alunos da EJA e dever do Estado uma boa educação para todos que tenham interesse e vontade de aprender”. Objetivamos desenvolver um trabalho diferente através da compreensão da apropriação da escrita e da linguagem escrita de forma consciente, permitindo a eles uma primeira iniciação as diversas funções da escrita através do trabalho com os textos, com o uso da matemática, através da resolução de problemas que os mesmos vivenciarão no dia a dia, e por meio da linguagem escrita e oral, envolvendo comparações, adições, subtrações e com quantidades e valores em dinheiro. A pesquisa do tipo qualitativa, envolveu um estudo bibliográfico, a coleta de dados através de entrevistas a educadora da sala onde foi realizada a prática e observações não-participativa. Em seguida, realizamos a prática com duração de um mês. Constatamos que, é possível através dessa proposta de trabalho “colher” resultados positivos na EJA e fazer com que os alunos aprendam de maneira real, significativa e de fácil acesso e entendimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-21-Uma Arte de (sobre)Viver: A mendicância entre os Negros do Riacho&lt;br /&gt;Autora e Expositora: Joelma Tito da Silva&lt;br /&gt;Orientador: Prof. Ms.Joel Carlos de Souza Andrade&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;Este trabalho, vinculado ao projeto de pesquisa “O RN como um Corpo Escrito”, analisa as práticas cotidianas e nomeações em torno de uma comunidade negra, que se estabeleceu na segunda metade do século XIX na zona rural do município de Currais Novos/RN. Denominados de Negros do Riacho, os componentes da comunidade utilizam a venda e fabrico de carvão, da cerâmica utilitária e a mendicância como estratégia de sobrevivência, mantendo contatos semanais com os habitantes da cidade. Entre essas práticas a mendicância se estabelece enquanto aquela crivada por discursos estereotipados, que incidem na produção do “outro ocioso”, porém, evidencia a invenção de táticas diárias estabelecidas pelo homem comum para driblar a carência material agenciando performaticamente gestos, lágrimas e palavras a partir de uma arte de sensibilizar, com o objetivo de conseguir aquilo que se deseja. Assim, problematizamos as adjetivações pejorativas acerca da prática da mendicância e a (re)significação desses discursos pelos Negros do Riacho a partir de uma ética da pobreza, visando produzir efeitos de comoção. Teórico/metodologicamente a pesquisa efetuo-se a partir das discussões sobre o cotidiano presentes em Michel de Certeau, da história oral e da pesquisa de campo participante. Construída a “paisagem de pesquisa”, verificamos que a mendicância institui práticas cotidianas, inventando formas de sobrevivência a partir da criatividade do homem comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-22-EDUCAR PARA A MORAL E SOLIDARIEDADE&lt;br /&gt;Autora e Expositora: Cláudia Leite Guedes&lt;br /&gt;Orientador: Adir Luiz Ferreira /DEPED/UFRN &lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;A sociedade de hoje encontra-se mergulhada em uma crise de valores morais e sociais. Onde o homem vive em eternas “rinhas”, defendendo seus territórios, lutando por suas idéias, criando muralhas e querendo sempre vencer. Por isso que estudar a solidariedade e a moral apresenta-se como sendo uma prioridade para a formação de seres humanos que possuam “currículo digno”, ou seja, um currículo que não se detenha apenas a cursos e diplomas. Não queremos formar um homem, que viva para o egoísmo e individualismo. Buscamos construir um ser humano que saiba conviver e aprender com “as matas selvagens e os campos semeados” que compõem a vida. Neste sentido, o presente trabalho como sendo de caráter bibliográfico, busca a luz dos autores como Assmann (2000), Comte-Sponville (1999), Delors (2000), Freire (1996), Freitas (2003), Morin (2000), Nunes (2003), Puig (1998), Sequeiros (2000), Tognetta (2003) entre outros -, elucidar as idéias referentes à solidariedade e a moral na formação escolar. Entendendo que a solidariedade apresenta-se como uma teia que move atitudes, a moral é o senso que leva a mais viável conduta. São os valores que carregamos que dizem se estamos fazendo o certo ou o errado, se é justo ou injusto. A escola, local onde o ser humano desenvolve seu processo de lapidação, apresenta-se como sendo ideal para que as práticas pedagógicas possam construir seres mais humano, dignos, felizes e fundamentalmente solidários. No entanto, para isso precisamos instruir educadores em prática pedagógica solidária, participativa e atuante para a formação do mundo melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-23 - Por quem as palavras dobram: vozes latinas em inscrições dispersas na cidade de Natal-RN&lt;br /&gt;Autores e Expositores: Maria Hozanete Alves de Lima (Professora/ DLET/ UFRN)&lt;br /&gt;Nelson Falcão de Araújo Neto(Aluno/ UFRN/CCHLA/ Depto. de Letras)&lt;br /&gt;RESUMO: &lt;br /&gt;A história de um povo, seja ela de qualquer natureza, política, religiosa, social ou individual, encontra, na língua escrita, uma das formas particulares de permanecer viva. A escrita é, nesse sentido, o passo/rastro, memória de uma sociedade, “memória dos homens” (Georges, 2002). Na cidade de Natal, muitos registros escritos em praças públicas passam despercebidos pelos transeuntes, como sói acontecer. De certo modo, tais registros deixam inscrito o modo particular como os sujeitos, historicamente, significaram/ressignificaram o espaço vivenciado por eles e o discurso que lhe é constitutivo. Dessas inscrições, algumas em particular têm chamado nossa atenção: aquelas que se encontram escritas em Latim e se encontram dispersas em museus, igrejas, praças públicas e lápides. Nosso trabalho tem como objetivo, a partir da catalogação e tradução das inscrições, compreender o universo lingüístico-discursivo metaforizado nessas inscrições e o imaginário popular que gira em torno delas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-24- Nísia Floresta: desvio de um ideal patriarcal&lt;br /&gt;Autores e Expositores: Danielle de Medeiros Sousa, Islândia Marisa Santos Bezerra.&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;A sociedade brasileira, através da historiografia, foi mitificada como uma sociedade patriarcal, na qual durante muito tempo se representou a mulher como uma figura enclausurada no espaço privado da casa e dos filhos e submetida à forte força masculina na figura do pai, marido ou irmãos.&lt;br /&gt;Apesar de, pelo menos no âmbito dos ideais esse tipo de representação não possa ser descartada, já que os papéis do sexo estavam legitimamente bem definidos em suas funções sociais houve desvios de conduta que se tornaram grandes exemplos de que muitas mulheres negavam – se a se encaixar no discurso patriarcal ao qual lhes impunham.&lt;br /&gt;Nísia Floresta Brasileira Augusta é um desses grandes exemplos, já que foi uma das primeiras mulheres no Brasil a romper esses limites de espaço entre o público e o privado. Com suas idéias, que demorariam mais de um século para serem amplamente discutidas através do movimento feminista, ela se tornou para o seu tempo, nas palavras de Gilberto Freire “uma exceção escandalosa”.&lt;br /&gt;Nosso trabalho tem o objetivo de mostrar que Nísia foi mais que uma exceção, foi uma voz que exprimiu a condição das mulheres que lhe eram contemporâneas e que por mais que fugissem, assim como ela, do esteriótipo de mulher submissa, eram eleitas a uma marginalidade difamatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-25 - Projeto Resgate Documental de Fernando de Noronha&lt;br /&gt;Autora e Expositora: Grazielle Rodrigues/ História/ UFPE.&lt;br /&gt;Orientadora: Drª. Marcília Gama/ APEJE-PE.&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;Este trabalho tem como proposta inventariar o acervo documental, existente no Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano (APEJE-PE), com o intuito de resgatar o cotidiano administrativo da ilha de Fernando de Noronha, no século XIX, trazendo a tona registros documentais ainda inéditos, de temas como o abastecimento, o comércio, as medidas de segurança e de higiene e relações comerciais estabelecidas entre a ilha e a cidade do Recife. &lt;br /&gt;Com o levantamento documental da história administrativa da ilha, busca-se contextualizar os documentos no tempo e no espaço estudados, desvendando as múltiplas relações entre estes e o mundo em que o mesmo foi criado. Dentro deste acervo documental, trabalhar os conteúdos referentes às relações entre a ilha e Pernambuco, numa perspectiva de oferecer subsídios para a exploração dos temas citados.&lt;br /&gt;Através de uma metodologia de análise documental, buscou-se inventariar a história administrativa da ilha nas leis, Decretos e Atos, Diários Oficiais do Estado e da União, identificar a representatividade destes registros enquanto documento histórico, identificar informações sobre grupo-pessoas-instituição conhecendo o significado e o contexto histórico-cultural representadas nestes documentos e o nível de conservação dos mesmos.&lt;br /&gt;Assim, com o intercruzamento das informações, tentaremos elucidar o processo que gerou e a finalidade para o qual esse registro serve de testemunho na história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P-26 – Tradição e modernidade na arte de contar histórias&lt;br /&gt;Autora e Expositora: Danielly da Conceição Lima Cavalcante&lt;br /&gt;Orientadora: Maria de Lourdes Patrini/ DLET&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;O objetivo deste trabalho é mostrar a importância do conto oral e da prática social do contar e, discutir os motivos pelos quais essa prática vem resistindo, apesar dos anúncios de sua quase extinção. Essa questão motivou as pesquisadoras, Profª. Maria de Lourdes Patrini e Profª. Vera Lucia F. Pereira, a desenvolverem projetos de pesquisa. Os resultados obtidos pelas pesquisadoras estão nos livros “A renovação do conto” e “O artesão da memória”, respectivamente. Em seus estudos, as pesquisadoras privilegiam a transmissão e a recepção orais do conto, sendo que no primeiro a autora revisitará a prática tradicional dos contadores de histórias, mas seu estudo se concentrará na renovação da prática oral de contar e sua performance a partir de maio de 68 até 1998. O segundo livro foca, com um tom de nostalgia, a fala do contador, seus anseios e seus esforços em adaptar a sua arte aos apelos de uma modernidade aguda. A importância de tais trabalhos se encontra nos estudos realizados sobre a oralidade, escritura, memória e performance voltados para a prática do contador. Para a realização desses trabalhos as pesquisadoras entrevistaram, diretamente, os contadores de histórias, na França e no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. A análise dos dados revela que, apesar das diferenças existentes, há certas equivalências como, por exemplo, a preocupação com a renovação da prática de contar e a sua transmissão, recepção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P27- As mulheres do Sertão Colonial e as Representações da Morte&lt;br /&gt;Autora e Expositora: Marcela Martins de Lima - História/ UFRN&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;O trabalho sobre As mulheres do sertão colonial e as representações da morte, focaliza o papel desempenhado pelas mulheres nos rituais fúnebres, dentro da documentação que se constitui a fonte básica da pesquisa desenvolvida: inventários disponíveis no 1º Cartório do município de Currais Novos, no Rio Grande do Norte. Através deles analisaremos o processo de colonização do Sertão do Seridó e a conseqüente introdução do catolicismo neste espaço, que se tornará visível pelas representações da morte e pelos rituais fúnebres executados cotidianamente pelas mulheres, resultando numa extrema convivência entre os vivos e os mortos e na construção de uma cultura funerária que reforçará sobremaneira os vínculos entre a Igreja e a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33371100-115766215094748343?l=folcloredobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/115766215094748343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33371100&amp;postID=115766215094748343' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115766215094748343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115766215094748343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/2006/09/temas-abordados.html' title='&lt;b&gt;TEMAS ABORDADOS&lt;/B&gt;'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100.post-115766091195668025</id><published>2006-09-07T17:25:00.000-03:00</published><updated>2006-09-07T17:41:29.633-03:00</updated><title type='text'>NOITE FOLCLÓRICA</title><content type='html'>&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"A Vila de Ponta Negra tem muitos “encantos” e, sobretudo, tem história, que deve ser preservada."&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Maria da Conceição Lira de Paiva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandro Gurgel&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/FOLCBRALEXCONGOS.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/400/FOLCBRALEXCONGOS.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Congos de Calçola de Ponta Negra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;XII Congresso Brasileiro de Folclore apresentou folguedos na praia da Redinha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandro Gurgel&lt;br /&gt;De Natal, Especial para O Mossoroense&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a semana passada Natal foi a capital nacional do Folclore, sede do XII Congresso Brasileiro de Folclore. A riqueza cultural popular que possui o Estado foi um dos motivos que levou a Comissão Nacional do Folclore a escolher a cidade para sediar essa edição do evento, onde os congressistas participaram de debates, conferências, exposições, mesas-redondas, oficinas, lançamentos de livros e apresentações culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O congresso foi realizado no Cefet e na Fundação José Augusto, tendo como tema principal “Folclore e Turismo: cenário de inclusão social”. Uma vasta programação cultural ocorreu paralela ao evento, resgatando o espírito folclórico em vários pontos da Cidade dos Reis Magos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um pequeno ajuntamento de pessoas da comunidade de Santos Reis e alguns convidados, o Boi de Reis de Manoel Marinheiro abriu o séqüito folclórico com uma apresentação no adro da Igreja de Santos Reis. Na ocasião, foi lançado o livro “Folia de Reis”, do folclorista carioca Affonso Furtado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na penúltima noite de agosto, galantes, foliões e brincantes transformaram a praia da Redinha num grande palco a céu aberto para celebrar a história de Cornélio Campina. Sem ninguém esperar, sem nada a ser dito de antemão, Carlinhos Bem começa cantando “Linda Baby”, de Pedrinho Mendes, no átrio da capelinha dos pescadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o palco montado no Largo João Alfredo, tendo como cenário o Mercado Público, o Redinha Clube, a Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes e o rio Potengi, vários grupos folclóricos apresentaram seus autos, repleto de cores, danças, cantigas e magia, numa performance colorida para o encantamento de poucos presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Eduardo Alexandre, coordenador do Centro de Documentação Cultural (Cedoc), responsável pelas apresentações do cortejo folclórico, o objetivo é a documentação e a apresentação pública de autos populares que vêm dos tempos coloniais, trazidos pelos colonizadores europeus ibéricos e escravos negros da costa oeste africana, que aqui ganharam influência da cultura dos índios de Pindorama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Boi de Reis de Felipe Camarão mostrou que a tradição do mestre Manoel Marinheiro continua viva, cultivada entre os mais jovens dançarinos. Pastoril de Tibau do Sul, Congos de Caçola de Ponta Negra, Grupo Cavalo Marinho de Bayeux (PB), Caboclos de Major Sales, Coco Maracajá e o grupo Araruna fizeram uma homenagem ao mestre Cornélio Campina pelos 50 anos dedicados à vida das danças antigas e semi-desaparecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esses cortejos foram pensados não para se caracterizarem como grande espetáculo, mas para proporcionarem aos grupos condições espaçosas e propícias às apresentações. Eles evoluíram em espaços de 40 minutos entre um e outro, mostraram a beleza particular de cada um deles, em enredos, indumentárias e cantos”, enfatizou Eduardo Alexandre, ressaltando que tudo foi devidamente documentado em fotos e vídeos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noite folclórica na Redinha encerrou com Fernando Tovar cantando a Serenata do Pescador, mais conhecida por Praieira, considerada por muitos potiguares como hino de Natal. Tovar também interpretou modinhas do começo do século passado, fechando aquele momento mágico, numa noite de epifania folclórica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33371100-115766091195668025?l=folcloredobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/115766091195668025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33371100&amp;postID=115766091195668025' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115766091195668025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115766091195668025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/2006/09/noite-folclrica.html' title='&lt;b&gt;NOITE FOLCLÓRICA&lt;/B&gt;'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100.post-115764100102783480</id><published>2006-09-07T11:25:00.000-03:00</published><updated>2006-09-07T11:59:14.066-03:00</updated><title type='text'>QUEM SOU EU</title><content type='html'>&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Foi-se espalhando a notícia&lt;br /&gt;Mão de Pau é valentão&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Fabião das Queimadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Macedo&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img165.imageshack.us/img165/9760/folcbrhmboi1jx5.jpg" border="0" alt="Hugo Macedo" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Romance do boi da Mão de Pau&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Fabião das Queimadas&lt;br /&gt;Fabião Hermenegildo Ferreira da Rocha (1848-1928) - Rio Grande do Norte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou puxar pelo juízo&lt;br /&gt;Para saber-se quem sou&lt;br /&gt;Prumode saber-se dum caso&lt;br /&gt;Tal qual ele se passou&lt;br /&gt;Que é o boi liso vermelho&lt;br /&gt;O Mão de Pau corredor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde em cima, no sertão&lt;br /&gt;Até dentro da capitá&lt;br /&gt;Do norte até o sul&lt;br /&gt;Do mundo todo em gerá&lt;br /&gt;Em adjunto de gente&lt;br /&gt;Só se fala em Mão de Pau&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois sendo eu um boi manso&lt;br /&gt;Logrei a fama de brabo&lt;br /&gt;Dava alguma corridinha&lt;br /&gt;Por me ver aperriado&lt;br /&gt;Com chocalho no pescoço&lt;br /&gt;E além disto algemado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi-se espalhando a notícia&lt;br /&gt;Mão de Pau é valentão&lt;br /&gt;tendo eu enchocalhado&lt;br /&gt;Com as algemas nas mão&lt;br /&gt;Mas nada posso dizer&lt;br /&gt;Que preso não tem razão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que não tenho razão&lt;br /&gt;Mas sempre quero falá&lt;br /&gt;Porque alé d'eu estar preso&lt;br /&gt;Querem me assassinar...&lt;br /&gt;Vossa mercês não ignorem&lt;br /&gt;A defesa é naturá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veio cavalos de fama&lt;br /&gt;Pra correr ao Mão de Pau&lt;br /&gt;Todos ficaram comido&lt;br /&gt;De espora e bacalhau...&lt;br /&gt;Desde eu bezerro novo&lt;br /&gt;Que tenho meu gênio mau&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na serra de Joana Gomes&lt;br /&gt;Fui eu nascido e criado&lt;br /&gt;Vi-me morrer lá pro Salgado&lt;br /&gt;Daí em vante os vaqueiro&lt;br /&gt;Me trouveram atropelado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me traquejaram na sombra&lt;br /&gt;Traquejavam na comida&lt;br /&gt;Me traquejavam nos campo&lt;br /&gt;Traquejavam na bebida&lt;br /&gt;Só Deus terá dó de mim&lt;br /&gt;Triste é a minha vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo quanto foi vaqueiro&lt;br /&gt;Tudo me aperriou&lt;br /&gt;Abaido de Deus eu tinha&lt;br /&gt;Fabião a meu favor&lt;br /&gt;Meu nego, chicota os bicho&lt;br /&gt;Aqueles pabuladô&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegaram a me aperiar&lt;br /&gt;Fazendo brabo estrupiço&lt;br /&gt;Fabião na casa dele&lt;br /&gt;Esmiuçando por isso&lt;br /&gt;Mode no fim da batalha&lt;br /&gt;Pude fazê o serviço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tando eu numa maiada&lt;br /&gt;Numa hora d'amei-dia&lt;br /&gt;Que quando me vi chegá&lt;br /&gt;Três vaqueiro de enxurria&lt;br /&gt;Onde seu José Joaquim&lt;br /&gt;Este me vinha na guia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegou-me ali de repente&lt;br /&gt;O cavalo Ouro Preto&lt;br /&gt;E num instante pegou-me&lt;br /&gt;Num lugá até estreito&lt;br /&gt;Se os outro tiveram fama&lt;br /&gt;Deles não vi proveito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ali fui enchocalhado&lt;br /&gt;Com as algemas na mão&lt;br /&gt;Butado por Chico Luca&lt;br /&gt;E o Raimundo Girão&lt;br /&gt;E o Joaquim Siliveste&lt;br /&gt;Mandado por meu patrão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí eu me levantei&lt;br /&gt;Saí até choteando&lt;br /&gt;Porque eu tava peiado&lt;br /&gt;Eles ficaram mangando&lt;br /&gt;Quando foi daí a pouco&lt;br /&gt;Andava tudo aboiando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me caçaram toda a tarde&lt;br /&gt;E não me puderam achar&lt;br /&gt;Quando foi ao pôr-do-sol&lt;br /&gt;Pegaram a se consultar&lt;br /&gt;Na chegada de casa&lt;br /&gt;Que história iam contar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando foi no outro dia&lt;br /&gt;Se ajuntaram muita gente&lt;br /&gt;— Só pra dar desprezo ao dono&lt;br /&gt;Vamos beber aguardente&lt;br /&gt;Pegaram a se consultar&lt;br /&gt;Uns atrás, outro agüente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurei meu pasto veio&lt;br /&gt;A serra de Joana Gome&lt;br /&gt;Não venho mais no Salgado&lt;br /&gt;Nem que eu morra de fome&lt;br /&gt;Pru que lá aperriou-me&lt;br /&gt;Tudo o que foi de home&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefiro morrer de sede&lt;br /&gt;Não venho mais no Salgado&lt;br /&gt;No tempo que tive lá&lt;br /&gt;Vivi muito aperriado&lt;br /&gt;Eu não era criminoso&lt;br /&gt;Porém saí algemado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me caçaram muito tempo&lt;br /&gt;Ficaram desenganado&lt;br /&gt;E eu agora de-meu&lt;br /&gt;Lá na serra descansado&lt;br /&gt;Acabo de muito tempo&lt;br /&gt;Vi-me muito agoniado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando foi com quatro mês&lt;br /&gt;Um droga dum caçadô&lt;br /&gt;Andando lá pulos matos&lt;br /&gt;Lá na serra me avistou&lt;br /&gt;Correu depressa pra casa&lt;br /&gt;Dando parte a meu sinhô&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi dizê a meu sinhô&lt;br /&gt;— Eu vi Mão de Pau na serra&lt;br /&gt;Daí em diante os vaqueiro&lt;br /&gt;Pegaro a mi fazê guerra&lt;br /&gt;Eu não sei que hei de fazê&lt;br /&gt;Para vivê nesta terra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veio logo o Vasconcelos&lt;br /&gt;No cavalo Zabelinha&lt;br /&gt;Veio disposto a pegar-me&lt;br /&gt;Pra ver a fama qu'eu tinha&lt;br /&gt;Mas não deu pra eu buli&lt;br /&gt;Na panela das meizinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que tô enchocalhado&lt;br /&gt;Com as argema na mão&lt;br /&gt;Mas esses cavalo mago&lt;br /&gt;Enfio dez num cordão&lt;br /&gt;Mato cem duma carreira&lt;br /&gt;Deixo estirado no chão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando foi no outro dia&lt;br /&gt;Veio Antônio Serafim&lt;br /&gt;Meu sinhô Chico Rodrigue&lt;br /&gt;Isto tudo contra mim&lt;br /&gt;Vinha mais muito vaqueiro&lt;br /&gt;Só pro mode dá-me fim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também vinha nesse dia&lt;br /&gt;Sinhô Raimundo Xexéu&lt;br /&gt;Este passava por mim&lt;br /&gt;Nem me tirava o chapéu&lt;br /&gt;Estava correndo à toa&lt;br /&gt;Deixei-o indo aos boléus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram pro mato dizendo&lt;br /&gt;O Mão de Pau vai a peia&lt;br /&gt;Se ocuparo neste dia&lt;br /&gt;Só em comê mé-de-abeia&lt;br /&gt;Chegaro em casa de tarde&lt;br /&gt;Vinham de barriga cheia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste dia lá no mato&lt;br /&gt;Ao tirá duma "amarela"&lt;br /&gt;Ajuntaram-se eles todo&lt;br /&gt;Quase que brigam mor-dela&lt;br /&gt;Ficaram todos breados&lt;br /&gt;Oios, pestana e capela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem vinhé a mim percure&lt;br /&gt;Um cavalo com sustança&lt;br /&gt;Ind'eu correndo oito dia&lt;br /&gt;As canela não me cansa&lt;br /&gt;Só temo a cavalo gordo&lt;br /&gt;E vaqueiro de fiança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu temia ao Cubiçado&lt;br /&gt;De Antônio Serafim&lt;br /&gt;Pra minha felicidade&lt;br /&gt;Este morreu, levou fim&lt;br /&gt;Fiquei temendo o Castanho&lt;br /&gt;Do sinhô José Joaquim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas peço ao José Joaquim&lt;br /&gt;Se ele vier no Castanho&lt;br /&gt;Vigi não faça remô&lt;br /&gt;Qu'eu pra corrê não me acanho&lt;br /&gt;Nem quero atrás de mim&lt;br /&gt;De fora vaqueiro estranho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo obraram muito mal&lt;br /&gt;Em correr pro Trairi&lt;br /&gt;Buscar vaqueiro de fora&lt;br /&gt;Pra comigo divirti&lt;br /&gt;Tendo eu mais arreceio&lt;br /&gt;Dos cabras do Potengi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veio Antônio Rodrigues&lt;br /&gt;Veio Antônio Serafim&lt;br /&gt;Miguel e Gino Viana&lt;br /&gt;Tudo isto contra mim&lt;br /&gt;Ajuntou-se a tropa toda&lt;br /&gt;Na casa do José Joaquim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu sinhô Chico Rodrigues&lt;br /&gt;É quem mais me aperriava&lt;br /&gt;Além de vir muita gente&lt;br /&gt;Inda mais gente ajuntava&lt;br /&gt;Vinha em cavalos bons&lt;br /&gt;Só pra vê se me pegava&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinha dois cavalos de fama&lt;br /&gt;Gato Preto e o Macaco&lt;br /&gt;E os donos em cima deles&lt;br /&gt;Papulando no meu resto&lt;br /&gt;Tive pena não nos vê&lt;br /&gt;Numa ponta de carrasco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao sinhô Francisco Dias&lt;br /&gt;Vaqueiro do coroné&lt;br /&gt;Jurou-me muito pega-me&lt;br /&gt;No seu cavalo Baé&lt;br /&gt;Porém que temia a morte&lt;br /&gt;S'alembrava da muié&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vaqueiro do Potengi&lt;br /&gt;De lá inda veio um&lt;br /&gt;Um bicho escavacadô&lt;br /&gt;Chamado José Pinun&lt;br /&gt;Vinha pra me comê vivo&lt;br /&gt;Porém vortô em jijum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veio até do Olho d'Água&lt;br /&gt;Um tal Antônio Mateu&lt;br /&gt;Num cavalo bom que tinha&lt;br /&gt;Também pra corrê a eu&lt;br /&gt;Cuide de sua famia&lt;br /&gt;Vá se recomendá a Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veio até sinhô Sabino&lt;br /&gt;Lá da Maiada Redonda&lt;br /&gt;É bicho que fala grosso&lt;br /&gt;Quando grita, a serra estronda&lt;br /&gt;Conheça que o Mão de Pau&lt;br /&gt;Com careta não se assombra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois fio de Januaro&lt;br /&gt;Bernardo e Maximiano&lt;br /&gt;Correram atrás de mim&lt;br /&gt;Mas tirei-os do engano&lt;br /&gt;Veja lá que Mão de Pau&lt;br /&gt;Pra corrê é boi tirano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernardo por sê mais moço&lt;br /&gt;Era mais impertinente&lt;br /&gt;Foi quem mais me perseguiu&lt;br /&gt;Mas enganei-o sempre&lt;br /&gt;Quem vier ao Mão de Pau&lt;br /&gt;Se não morrer, cai doente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabra que vier a mim&lt;br /&gt;Traga a vida na garupa&lt;br /&gt;Se não eu faço com ele&lt;br /&gt;O que fiz com Chico Luca&lt;br /&gt;Enquanto ele fô vivo&lt;br /&gt;Nunca mais a boi insulta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinhô Antônio Rodrigue&lt;br /&gt;Mas seu Gino Viana&lt;br /&gt;Vocês tão em terra aleia&lt;br /&gt;Apois vigie como anda&lt;br /&gt;Se não souberam dançá&lt;br /&gt;Não se metessem no samba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vaqueiro do Trairi&lt;br /&gt;Diz. Aqui não dá recado&lt;br /&gt;Se ele dé argum dia santo&lt;br /&gt;Todos ele são tirado&lt;br /&gt;Deix'isso pr'Antonho Ansermo&lt;br /&gt;Que este corre aprumado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando vi Antonho Anselmo&lt;br /&gt;No cavalo Maravia&lt;br /&gt;Fui tratando de corrê&lt;br /&gt;Mas sabendo que morria&lt;br /&gt;Saiu de casa disposto&lt;br /&gt;Se despidiu da famia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou embora desta terra&lt;br /&gt;Pru que conheci vaqueiro&lt;br /&gt;E vou de muda pros Brejo&lt;br /&gt;Mode dá carne aos brejeiro&lt;br /&gt;Do meu dono bem contente&lt;br /&gt;Que embolsou bom dinheiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adeus, lagoa dos Veio&lt;br /&gt;E lagoa do Jucá&lt;br /&gt;E serra da Joana Gome&lt;br /&gt;E riacho do Juá&lt;br /&gt;Adeus, até outro dia&lt;br /&gt;Nunca mais virei por cá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adeus, cacimba do Salgado&lt;br /&gt;E poço do Caldeirão&lt;br /&gt;Adeus, lagoa da Peda&lt;br /&gt;E serra do Boqueirão&lt;br /&gt;Diga adeus que vai embora&lt;br /&gt;O boi d'argema na mão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já morreu, já se acabou&lt;br /&gt;Está fechada a questão&lt;br /&gt;Foi s'embora desta terra&lt;br /&gt;O dito boi valentão&lt;br /&gt;Pra corrê só Mão de Pau&lt;br /&gt;Pra verso só Fabião!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;(Em Cascudo, Luís da Câmara. Vaqueiros e cantadores. sl, Ediouro, sd, p.89-93)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33371100-115764100102783480?l=folcloredobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/115764100102783480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33371100&amp;postID=115764100102783480' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115764100102783480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115764100102783480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/2006/09/quem-sou-eu.html' title='&lt;b&gt;QUEM SOU EU&lt;/B&gt;'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100.post-115745922653805054</id><published>2006-09-05T09:14:00.000-03:00</published><updated>2006-09-05T09:58:33.253-03:00</updated><title type='text'>PROJETO FORA DE PRAZO</title><content type='html'>&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quem foi à Ribeira, perdeu a cadeira."&lt;br /&gt;Dito popular natalense&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Macedo&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folcbrhmcongos.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/320/folcbrhmcongos.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Congresso do Folclore foi sucesso, mas faltou apoio&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;05/09/2006 - Tribuna do Norte &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta de apoio e incentivo a cultura popular nacional foi evidenciada durante o 12º Congresso Brasileiro de Folclore, realizado semana passada em Natal. Embora tenha sido importante para marcar o esforço da comissão local que bancou a vinda do evento para o berço do professor Luís da Câmara Cascudo, a falta de empenho de alguns setores chamou a atenção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num balanço do Congresso feito à pedido da TRIBUNA DO NORTE pelo pesquisador potiguar Deífilo Gurgel e o presidente da comissão local de folclore Severino Vicente, sobraram críticas aos patrocinadores e aos representantes do turismo no Rio Grande do Norte.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;De turismo, só o tema&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Vicente, no evento cujo tema era “Folclore e turismo: cenário de inclusão social”, nenhum dos secretários ou representantes da pasta de turismo municipal e estadual foram vistos no CEFET, local do congresso. “Se eles não quiseram participar, a gente apenas lamenta. Tivemos discussões importantes sobre a viabilidade do turismo sustentado ligado à cultura. Isso nunca havia sido feito no RN. Se falta interesse por parte deles, temos a sensação de dever cumprido”, disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta de verba foi outro ponto negativo no Congresso. As passagens aéreas só foram liberadas para os palestrantes de outros estados participarem do evento, no terceiro dia. Alguns, inclusive, desistiram de vir. “A abertura foi na terça, mas só tivemos as passagens na quinta-feira. O governo do Estado cedeu 40 (passagens) porque de última hora alguns patrocinadores desistiram de participar. O congresso estava orçado em R$ 470 mil, mas na hora contamos com pouco mais de R$ 200 mil. O Ministério da Cultura ficou de entrar com R$ 300 mil, mas não deu um centavo porque disse que demoramos a entrar com o projeto. Mesmo assim, as análises sobre o folclore foram muito proveitosas. Mais de 500 pessoas se inscreveram nos debates”, contou o presidente da comissão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pesquisador Deífilo Gurgel, que chegou a fazer parte da comissão, mas renunciou ao cargo, disse que temeu pela realização do evento. Ele afirmou, inclusive, que pediu o adiamento do evento. “Fiquei louco com aquilo. Não saiu dinheiro nenhum e naquela altura não dispúnhamos de muito tempo para correr atrás. Falei para adiarmos, mas quiseram fazer assim mesmo. Ainda assim, acho que ficou 70% do que estávamos imaginando. Vi palestras muito boas, como a do professor Oswaldo Trigueiro, que falou, de forma lúcida, sobre a batalha travada pela mídia contra a cultura popular.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe de reportagem entrou em contato com a secretaria de incentivo e fomento à cultura do Ministério da Cultura para saber os motivos da falta de apoio. A assessora Raquel Alves confirmou que o projeto foi entregue fora do prazo e, por isso, nem constava no sistema. “O nome do projeto nem aparece  no sistema. Não posso te falar se a gente sabia que esse congresso ia ser realizado porque chegam vários projetos ao MinC”, disse.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33371100-115745922653805054?l=folcloredobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/115745922653805054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33371100&amp;postID=115745922653805054' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115745922653805054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115745922653805054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/2006/09/projeto-fora-de-prazo.html' title='&lt;b&gt;PROJETO FORA DE PRAZO&lt;/B&gt;'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100.post-115741884440226670</id><published>2006-09-04T21:56:00.000-03:00</published><updated>2006-09-04T22:34:22.503-03:00</updated><title type='text'>ORIGENS CELTAS</title><content type='html'>&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Aquilo que tentei fazer, junto com outras pessoas, foi alertar os meios de comunicação social e as autoridades para o valor dessas tradições, do seu significado, da riqueza que elas continham e contêm, e do risco que estavam correndo de se perderem se não houvesse alguém, que de alguma forma, apoiasse a sua realização."&lt;br /&gt;Antônio Tiza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joana Lima/DN&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folcbrjoanalima.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/320/folcbrjoanalima.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Entrevista&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Antônio Pinelo Tiza&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Poti, 03.08.06&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversos estudiosos da cultura popular brasileira estiveram em Natal na semana passada, participando do 12º Congresso Brasileiro de Folclore. Entre eles, o português Antônio Pinelo Tiza, professor de história da Universidade de Bragança, cidade onde também reside. Há 15 anos, ele se debruça sobre as tradições do Norte e Nordeste de Portugal, especialmente da região de Tras-dos Montes. Atendendo a um convite do evento, o professor, que se considera um "estudioso amador" do assunto, esteve em Natal para discorrer sobre a influência que tais tradições lusitanas exercem no folclore do Nordeste brasileiro. Em entrevista ao Diário de Natal, ele falou sobre a origem dessas tradições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;“Portugal influenciou o Nordeste”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Diário de Natal - É muito forte a influência lusitana no folclore nordestino?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antônio Pinelo Tiza - Eu penso que sim. A conclusão a que eu cheguei é que de fato a grande maioria das tradições nordestinas celebradas no ciclo das 12 noites, que em Portugal chamamos de ciclo dos 12 dias, período que compreende de 25 de dezembro a 6 de janeiro, sofre uma forte influência lusitana. Escolhi este período por, na minha opinião, ser o mais rico em celebrações e ter uma simbologia muito profunda, tanto aqui no Nordeste quanto lá em Portugal. Este também é o período de maior influência de Portugal no Nordeste brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Quais são essas influências tão fortes?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São influências nos ritos profanos e religiosos, na música, na dança, nas vestes, na indumentária, nas máscaras, nas figuras. O simples fato de existir máscara num ritual de partida parece não fazer sentido que apareça um mascarado. Por exemplo, na Folia de Reis aparece um mascarado. Se perguntarmos porque aparece aquele palhaço mascarado, só iremos compreender se formos à origem à raiz. Efetivamente, um mascarado lá no Nordeste português é uma figura fundamental que aparece em todos estes rituais.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Então podemos dizer que a figura do mascarado é de fundamental importância para comprovar a influência lusitana em nossa cultura popular?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim. E essa influência é sempre maior no Nordeste brasileiro. Essas tradições começaram a ser trazidas já no início da colonização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;As músicas cantadas nos rituais no Nordeste brasileiro são as mesmas dos ritos lusitanos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais ou menos. A letra difere sempre, mesmo lá. De uma terra para outra, já há diferença, até porque é uma tradição oral que vai evoluindo de forma diferente. É normal que aqui também tenha evoluído de uma forma bastante diferente.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Qual a origem de seu interesse pelo estudo do folclore, já que o senhor afirma não ter nenhuma relação com a sua formação?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta tendência está relacionada com o fato de ser oriundo de uma região muito rica em tradições neste período do ano, nesse tal ciclo das 12 noites. É Tras-dos-Montes que fica no Nordeste de Portugal. O que verifiquei é que havia algumas dessas tradições que corriam o risco de se perderem. Aquilo que tentei fazer, junto com outras pessoas, foi alertar os meios de comunicação social e as autoridades para o valor dessas tradições, do seu significado, da riqueza que elas continham e contêm, e do risco que estavam correndo de se perderem se não houvesse alguém, que de alguma forma, apoiasse a sua realização.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;De fato melhorou, ocorreram iniciativas para resgatar essas tradições portuguesas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhorou. Posso exemplificar com a Festa dos Rapazes, que é uma dessas festas que acontecem nesse período, em 25 e 26 de dezembro. Há 15 anos, numa dessas festas que eu visitei, apareciam sete, oito, dez mascarados. No ano passado, voltei lá e o número quintuplicou, seriam cerca de 100.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O que de concreto foi feito para salvar essas tradições?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi dado o alerta através de textos e reportagens, nos jornais, televisões e rádios. As prefeituras ficaram em alerta para esses rituais e festividades e começaram a apoiar a realização, incentivando, oferecendo meios financeiros, fazendo os boletins (revista na qual é publicada as atividades da prefeitura) e chamando atenção para isso, além de apoiar a edição de livros sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Qual seria a origem dessas tradições lusitanas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A origem é interessante também. Pelo que verifiquei, eu e outros estudiosos, esses rituais não têm nada a ver com essas celebrações cristãs do Natal ou dos Reis. Isto é, não faz sentido que apareça uma figura diabólica, que é o tal mascarado que popularmente é o diabo, a celebrar o nascimento de Jesus Cristo. Na verdade, é que ele aparece e, portanto, se aparece, temos que buscar a sua origem em outras festividades anteriores ao Cristianismo. São ritos muito mais antigos que o próprio Cristianismo, ou seja, temos que buscar as tradições dos povos celtas que ocuparam a Península Ibérica, notadamente aquela região onde tiveram uma presença mais forte. E, depois, mais tarde, nos romanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Então podemos dizer que o nosso folclore sofre influência de tradições originadas antes do cristianismo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso mesmo, são de origem romana e celta. Por outro lado, a Igreja Cristã tentou acabar com essas festas pagãs e conseguiu acabar com elas em vários sítios. Para a Igreja, não fazia sentido existir uma festa ao deus Saturno ou ao deus Baco no dia do nascimento de Cristo. Tinha que acabar com elas e a única forma que ela teve de acabar com essas festas pagãs foi subistitui-las por outras cristãs. Ou seja, substituiu a festa do deus Sol por outra festa que era o nascimento de Cristo, sendo que o novo sol já não é sol estrela, mas é o sol Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Como se manteve então tais tradições em Tras-dos-Montes?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas nessa pequena região do Nordeste português, e do outro lado da fronteira na parte espanhola, numa época em que não haviam fronteiras, esta região era a mesma. A Península Ibérica era uma só. No tempo dos romanos, tudo era Império Romano, digamos. Não haviam ali limites que separassem e, portanto, de um lado e do outro da fronteira as tradições eram as mesmas. Ainda hoje são as mesmas, com pequenas diferenciações. E, portanto, devido talvez a um certo isolamento que essa região sempre teve em relação ao poder central, ao desenvolvimento e a dificuldade que se tinha em chegar lá, como o próprio nome diz, Tras-dos-Montes é uma região montanhosa. Todos esses fatores contribuíram para permitir que essas tradições se mantivessem sem a influência da Igreja. Sem que a Igreja se fizesse sentir de uma maneira tão acentuada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Diante desse convite para participar do Congresso, irá aumentar seu interesse pelo folclore do Nordeste brasileiro?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, aliás já estou adquirindo obras que vão me permitir aprofundar isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Voltando aos mascarados, eles exercem influência sobre o nosso Carnaval?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo Carnaval tem origem européia. O Carnaval foi introduzido no Brasil, e em outras partes do mundo, pelos europeus, não só pelos portugueses. O Carnaval era um celebração profana dos tempos dos romanos. Era uma celebração ao deus dos rebanhos, Pen, e que acontecia justamente em meados de fevereiro. Os sacerdotes deste deus se despiam, cobriam apenas as partes genitais com uma pele de cabra ou ovelha e percorriam as ruas tentando castigar as mulheres. Julgando que com estas chicotadas estavam fecundando. O que acontece, mais tarde na Idade Média, é que essa mesma festa foi aproveitada pela Igreja. Que disse: o Carnaval é época de exagero na comida e na bebida, mas no dia seguinte começa o grande período de jejum que é a quaresma, a quarta-feira de cinzas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33371100-115741884440226670?l=folcloredobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/115741884440226670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33371100&amp;postID=115741884440226670' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115741884440226670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115741884440226670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/2006/09/origens-celtas.html' title='&lt;b&gt;ORIGENS CELTAS&lt;/B&gt;'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100.post-115729463813605648</id><published>2006-09-03T11:12:00.000-03:00</published><updated>2006-09-03T11:43:58.153-03:00</updated><title type='text'>AINDA A REDINHA</title><content type='html'>&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus a mim quis fazê&lt;br /&gt;Neste caso que se deu:&lt;br /&gt;Eu perdê a minha vista&lt;br /&gt;Meus olhos escureceu&lt;br /&gt;Mas estou cantando as virtudes&lt;br /&gt;Que a natureza me deu&lt;br /&gt;Cego Aderaldo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos: Hugo Macedo&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folcbrhm3.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/400/folcbrhm3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mestre Cornélio Campina, o senhor Araruna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folcbrhm.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/400/folcbrhm.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folcbrhm10.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/400/folcbrhm10.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folcbrhm9.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/400/folcbrhm9.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folcbrhm11.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/400/folcbrhm11.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folcbrhm15.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/400/folcbrhm15.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folkbrhm5.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/400/folkbrhm5.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folcbrhm8.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/400/folcbrhm8.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folcbrhm14.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/400/folcbrhm14.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folcbrhm17.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/400/folcbrhm17.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folcbrhm16.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/400/folcbrhm16.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33371100-115729463813605648?l=folcloredobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/115729463813605648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33371100&amp;postID=115729463813605648' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115729463813605648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115729463813605648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/2006/09/ainda-redinha.html' title='&lt;b&gt;AINDA A REDINHA&lt;/B&gt;'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100.post-115711234968812241</id><published>2006-09-01T09:01:00.000-03:00</published><updated>2006-09-01T11:06:09.730-03:00</updated><title type='text'>NOITE DE FOLCLORE NA REDINHA</title><content type='html'>&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;"Rezadeira&lt;br /&gt;Ó meu pai, adeus&lt;br /&gt;Ó meu pai, adeus&lt;br /&gt;Qui eu vô m'imbora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentinelas&lt;br /&gt;M'incomende a Deus&lt;br /&gt;E à Nossa Sinhora&lt;br /&gt;M'incomende a Deus&lt;br /&gt;E à Nossa Sinhora"&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excelência da Despedida&lt;br /&gt;Versos colhidos por César Guerra-Peixe, em fevereiro de 1952, em Caruaru, Pernambuco&lt;br /&gt;http://www.jangadabrasil.com.br/realejo/exibirtitulo.asp?id=66 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Blog Folclore do Brasil continuará a ser atualizado, sempre que nos chegue material para tal.  E-mail do editor:&lt;br /&gt;eduardoaag@gmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos: Alexandro Gurgel&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7361/3455/1600/flobrredinhaaex.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7361/3455/320/flobrredinhaaex.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folcbrcbalex.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/320/folcbrcbalex.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma terra &lt;br /&gt;de um deus mar&lt;br /&gt;Versos de Pedro Mendes abriram a noite, em apresentação de Carlos Bem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7361/3455/1600/folcbrararunalex.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7361/3455/320/folcbrararunalex.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O mestre Cornélio Campina encantou com a leveza de sua dança - Araruna, preservando tradições semi-desaparecidas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7361/3455/1600/folcbrredinhaalex01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7361/3455/320/folcbrredinhaalex01.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A capelinha dos pescadores da Redinha foi o cenário da festa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7361/3455/1600/folcbrcavalomarinhoalex.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7361/3455/320/folcbrcavalomarinhoalex.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Cavalo-marinho para-folclórico de Bayeux trouxe uma coreografia bonita e uma Catirina Chula por demais, que subtrai e trai o folclore verdadeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7361/3455/1600/folcbrcongosalex.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7361/3455/320/folcbrcongosalex.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7361/3455/1600/folcbrcongosalex1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7361/3455/320/folcbrcongosalex1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os Congos de Calçola deram show no silêncio da noite mais bela.&lt;br /&gt;Toda a festa está registrada em vídeo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7361/3455/1600/folbrmajorsales.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7361/3455/320/folbrmajorsales.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7361/3455/1600/folcbrmjsalwsales.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7361/3455/320/folcbrmjsalwsales.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Apesar de tangidos pelas cores da Copa, os Caboclos de Major Sales mostraram força na música e batida de pés.  Marcação forte mesmo. Contagiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folcbrkrystal.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/320/folcbrkrystal.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Khrystal trouxe o coco para a Festa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/folcbrtovaralex1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/320/folcbrtovaralex1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fernando Tovar encerrou a noite com a Serenata do Pescador, mais conhecida por Praieira, considerada popularmente como hino de Natal, e interpretou modinhas do começo do século passado.  Belo momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programação de hoje - Encerramento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Dia 1º de setembro – sexta-feira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;08 às 12 horas – Reuniões dos grupos de trabalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08 às 12 horas – Oficinas&lt;br /&gt;14:30 h – Mesa-redonda 09 – Ocorrências lúdico-religiosas no Folclore. Expositores: Ulisses Passarelli (Comissão Mineira de Folclore). Roberto Benjamin (Comissão Pernambucana de Folclore). Osvaldo Meira Trigueiro (Universidade Federal da Paraíba)&lt;br /&gt;14:30 h – Mesa-redonda 10 – Promoção oficial: folclore, parafolclore e turismo. Participantes: Toninho Macedo (Comissão Paulista de Folclore). Teresinha Heimann (Fundação Cultural de Blumenau). Maria do Socorro Araújo (Comissão Maranhense de Folclore)&lt;br /&gt;15:30 h – Mesa-redonda 11 – Memórias e reflexões sobre a literatura popular. Participantes: Neide Medeiros Santos (Comissão Paraibana de Folclore). Manuel Fonseca dos Santos (Universidade de Poitiers). John Rex Gadzekpo Amuzu (Universidade de Gana).&lt;br /&gt;15:30 h – Mesa-redonda 12 – Patrimônio imaterial e turismo. Expositores: Julie Cavignac (Universidade Federal do Rio Grande do Norte). Lélia Pereira da Silva Nunes (Comissão Catarinense de Folclore). Júlio Gomes (Comissão Espírito-Santense de Folclore).&lt;br /&gt;17:00 h – Reunião plenária da Comissão Nacional do Folclore&lt;br /&gt;18:00 h – Encerramento do Congresso&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33371100-115711234968812241?l=folcloredobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/115711234968812241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33371100&amp;postID=115711234968812241' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115711234968812241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115711234968812241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/2006/09/noite-de-folclore-na-redinha.html' title='&lt;b&gt;NOITE DE FOLCLORE NA REDINHA&lt;/B&gt;'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100.post-115683941534132703</id><published>2006-08-29T05:00:00.000-03:00</published><updated>2006-08-29T05:27:57.516-03:00</updated><title type='text'>COMEÇA HOJE CONGRESSO DE FOLCLORE</title><content type='html'>&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"Para Cascudo não existia essa coisa de cultura erudita ou popular. Tudo era igual.”&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Daliana Cascudo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Macedo&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img169.imageshack.us/img169/9015/brasilfolc04kd8.jpg" border="0" alt="Image Hosted by ImageShack.us" /&gt;&lt;br /&gt;Folclorista pernambucano Zé Fernando foi um gigante nos trabalhos para que o Congresso acontecesse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Câmara Cascudo é tema da primeira noite do Congresso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;29/08/2006 - Tribuna do Norte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As discussões sobre o folclore nacional passam necessariamente, a partir de hoje, pela cidade natal de Câmara Cascudo. O maior nome da cultura popular do Estado, inclusive, é o grande homenageado do 12º Congresso Brasileiro de Folclore, que vem com o tema “Folclore e Turismo: cenário de inclusão social”, que segue até 1º de setembro no Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte (CEFET/RN) e Fundação José Augusto. O evento conta com os maiores pesquisadores da cultura popular do país. Além dos debates, o congresso terá apresentação das manifestações culturais locais e de outras regiões brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na conferência de hoje, o escritor e presidente da Academia Norte Rio Grandense de Letras (ARNL), Diógenes da Cunha Lima e a escritora Ana Maria Cascudo falam sobre a obra de Cascudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na solenidade de abertura também serão entregues as medalhas de Honra ao Mérito, pela Comissão Norte-Rio-Grandense de Folclore, a cerca de 40 homenageados do Rio Grande do Norte e de outros estados do País, que colaboram para que a cultura popular se mantenha viva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentações e programação paralela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na programação paralela, hoje tem a abertura da exposição “Cultura popular nas artes plásticas”, na Fundação José Augusto. No CEFET terá, a partir das 18h30, Boi de Reis de Bocas, Bandeirinhas de Touros, declamadores (Paulo Varela, Bob Motta e Antônio Francisco), e show “Lírio Verde”, de Isaque Galvão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Palácio Potengi, às 21h, terá noite dedicada às “danças antigas e semi-desaparecidas”, com pastoril de Tibau, caboclos de Major Sales, grupo Araruna, musical “Usina”, de Khrystal, “Serenata do pescador”, com Fernando Tovar, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 31/08, o destaque será o I Cortejo Folclórico do Centro Histórico de Natal, que passará pela Santa Cruz da Bica, Memorial Câmara Cascudo, Palácio da Cultura, Praça André de Albuquerque. Destaque para a presença do secular Maracatu Leão Coroado, de Pernambuco, no cortejo. A programação se encerrará na Cidade Alta com a peça “Viva Cascudo na Terra dos Folguedos”, de Dimas Carlos. No dia 1º, no CEFET, o destaque será o Concerto de Violeiros, às 19h30, com nomes como Antônio Sobrinho e Aldaci França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma mostra de artes plásticas será aberta no Palácio da Cultura, a partir do dia 30, e durante todo o evento, funcionará a ‘Praça Sabor Brasil’, no CEFET, com restaurantes tradicionais onde o público poderá conferir a gastronomia local, regional e brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PALESTRAS DE HOJE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 29 de agosto - terça-feira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 h - Credenciamento e entrega de material aos congressistas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18 h - Cerimônia de abertura do 12º Congresso Brasileiro de Folclore Homenagem póstuma a Rose-Marie Reis Agrifoglio, por Paula Simon Ribeiro -  Lançamento dos Anais do XI Congresso Brasileiro de Folclore&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bariani Ortêncio - presidente da Comissão Goiana de Folclore&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19 h - Conferência 01 - Luís da Câmara Cascudo: um brasileiro feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conferencista Prof. Dr. Diógenes da Cunha Lima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presidência da mesa: Dra. Anna Maria Cascudo Barreto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 h - Entrega de condecorações e outras honrarias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20h30 -   Abertura do Salão Brasileiro de Arte e Cultura Popular, da Praça Sabor Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Macedo&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img301.imageshack.us/img301/8121/brasilfolc05iy9.jpg" border="0" alt="Image Hosted by ImageShack.us" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33371100-115683941534132703?l=folcloredobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/115683941534132703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33371100&amp;postID=115683941534132703' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115683941534132703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115683941534132703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/2006/08/comea-hoje-congresso-de-folclore.html' title='&lt;b&gt;COMEÇA HOJE CONGRESSO DE FOLCLORE&lt;/B&gt;'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100.post-115669424371952343</id><published>2006-08-27T12:54:00.000-03:00</published><updated>2006-08-27T13:12:20.076-03:00</updated><title type='text'>PRIMEIROS REGISTROS</title><content type='html'>&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Eu queria mas não posso&lt;br /&gt;Fazer o dia maior&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Versos cantados pelo grupo de Manoel Marinheiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandro Gurgel&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img243.imageshack.us/img243/3245/brasilfolc03zo3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;Gigante do Grupo de Manoel Marinheiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandro Gurgel&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img182.imageshack.us/img182/7342/brasilfolc02tu3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;Grupo de Manoel Marinheiro diante da Igreja dos Santos Reis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandro Gurgel&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img243.imageshack.us/img243/9194/brasilfolk01dm0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;Diante das imagens dos Reis Magos, em Santos Reis&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33371100-115669424371952343?l=folcloredobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/115669424371952343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33371100&amp;postID=115669424371952343' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115669424371952343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115669424371952343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/2006/08/primeiros-registros.html' title='&lt;b&gt;PRIMEIROS REGISTROS&lt;/B&gt;'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100.post-115667642464111288</id><published>2006-08-27T07:47:00.000-03:00</published><updated>2006-08-27T10:53:55.120-03:00</updated><title type='text'>ESTÍMULO DA UNESCO</title><content type='html'>&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Trabalha, Marujo&lt;br /&gt;Trabalha ligeiro&lt;br /&gt;Quem não trabalhar&lt;br /&gt;Não ganha dinheiro&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Quadrinha cantada ontem, pelo Grupo de Manoel Marinheiro, defronte às imagens dos Reis Magos, em Santos Reis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandro Gurgel&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img220.imageshack.us/img220/1866/redinhansnaveganteswebhv8.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes, na Redinha, será um dos cenários para a apresentação dos grupos destacados para o Congresso de Folclore&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A hora e a vez do folclore brasileiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Poti, 27/08/06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes especialistas em folclore se reúnem em Natal de terça a sexta-feira dentro do 12º Congresso Brasileiro de Folclore que se realiza no Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte - Cefet. Com o tema central Folclore e Turismo: cenário de inclusão social, as conferências e mesas-redondas terão a participação de acadêmicos e folcloristas que representam o pensamento da cultura popular do País. O Congresso homenageia Luís da Câmara Cascudo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As palestras e mesas-redondas contarão com nomes nacionais de estudiosos da cultura popular. Dentro deste segmento, foram convidados ainda acadêmicos estrangeiros como Pinello Tiza, português, que trará informações sobre o uso das máscaras de corpo inteiro sob forma de bonecos gigantes, como os utilizados em Portugal e absorvidos na cultura brasileira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro exemplo de nome internacionalmente reconhecido é Ria Lemaire, da Universidade de Poitiers, na França, que mantém um centro de estudos da cultura popular brasileira, ao qual está agregado o Fonds Cantel, que dispõe da maior coleção de literatura de cordel brasileira fora do país. O português Arnaldo Saraiva, catedrático da Universidade do Porto, que se dedica ao estudo da literatura oral brasileira, também estará presente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros três segmentos compõem a programação do Congresso. O de natureza científica, com cursos destinados a professores e estudantes, com a finalidade de trazer informações sobre o universo do folclore brasileiro; as oficinas pedagógicas, com trabalhos destinados a estudiosos, professores e estudantes; e o lúdico, no qual estarão em destaque as ocorrências de fatos folclóricos do Rio Grande do Norte. Este quarto segmento será realizado fora do horário dos trabalhos científicos, será aberto à comunidade e complementa as apresentações de cultura popular que estarão sendo promovidas pela Fundação José Augusto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Congresso é idealizado pela Comissão Nacional do Folclore, sociedade ligada ao Instituto Brasileiro de Ciências e Cultura, e estimulado pela Unesco. As atividades são abertas a estudiosos de todo o país que podem apresentar seus trabalhos científicos aos grupos de trabalho. Até o início desta semana tinham sido inscritas 136 comunicações científicas, sendo a maioria do Rio Grande do Norte e algumas de fora do país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Congresso produzirá uma massa de informação que será apresentada à comunidade acadêmica local, do Brasil e de vários outros países, nos anais, com a produção científica de conferencistas e debatedores. Para a sociedade será um reencontro com os fatos folclóricos do Rio Grande do Norte que durante o Congresso serão apresentados à população.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33371100-115667642464111288?l=folcloredobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/115667642464111288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33371100&amp;postID=115667642464111288' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115667642464111288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115667642464111288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/2006/08/estmulo-da-unesco.html' title='&lt;b&gt;ESTÍMULO DA UNESCO&lt;/B&gt;'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100.post-115659700301124256</id><published>2006-08-26T09:54:00.000-03:00</published><updated>2006-08-27T09:19:14.346-03:00</updated><title type='text'>HOJE TEM FOLIA DE REIS</title><content type='html'>&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="Image Hosted by ImageShack.us" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Onde estiver um homem, aí viverá uma fonte de criação e divulgação do folclore."&lt;br /&gt;Luís da Câmara Cascudo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img85.imageshack.us/img85/944/blogfolc02zb5.jpg" border="0" alt="Image Hosted by ImageShack.us" /&gt;&lt;br /&gt;Cascudo, com os netos Daliana e Newton&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;XII ENCONTRO DE FOLCLORE E CULTURA POPULAR&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;PROGRAMAÇÃO DE HOJE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;26/agosto/2006&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pátio da Igreja de Santos Reis&lt;br /&gt;Folia de Reis&lt;br /&gt;16:00h – Lançamento do livro "Folia de Reis", do folclorista Affonso Furtado&lt;br /&gt;17:00h – Boi de Manoel Marinheiro&lt;br /&gt;17:45h – Boi de Reis de São Gonçalo do Amarante&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33371100-115659700301124256?l=folcloredobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/115659700301124256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33371100&amp;postID=115659700301124256' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115659700301124256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115659700301124256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/2006/08/hoje-tem-folia-de-reis.html' title='&lt;b&gt;HOJE TEM FOLIA DE REIS&lt;/B&gt;'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100.post-115658825240920687</id><published>2006-08-26T07:24:00.000-03:00</published><updated>2006-08-26T08:09:29.973-03:00</updated><title type='text'>DOS BARREIROS</title><content type='html'>&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="Image Hosted by ImageShack.us" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Lá nos Barreiros onde eu nasci,&lt;br /&gt;Em São Gonçalo onde eu me criei,&lt;br /&gt;Eu vou voltar pra meu sítio Oiteiro,&lt;br /&gt;Adeus Rio de Janeiro, adeus."&lt;br /&gt;Versos cantados por Dona Militana numa apresentação no Teatro João Caetano, Rio de Janeiro, durante participação especial no espetáculo "Lunário Perpétuo", ao lado do brincante pernambucano Antônio Nóbrega&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Macedo&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/brasilfolcmilitanaHM.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/320/brasilfolcmilitanaHM.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Dez minutos de prosa com Dona Militana&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rafael Duarte&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Tribuna do Norte, 26/08/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 81 anos, Dona Militana dispensa as teorias sobre a “salvação” da cultura popular no Estado. Não é de muito papo nem liga para quem acha que sabe tudo de folclore. A romanceira que recebeu recentemente das mãos do presidente Lula a Comenda da Ordem do Mérito Cultural quer apenas sossego. E tirá-la da paz da casinha de taipa onde mora em São Gonçalo do Amarante, definitivamente, não foi uma boa idéia naquela quarta-feira. Com menos de dez minutos de prosa, Dona Militana cruzou os braços e anunciou o que todos já pressentiam: “quero ir embora! Quero ir para minha casa!”, bradou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o neto que a acompanhava não escondia o constrangimento pela cena, as atenções do restante do grupo se voltaram para a romanceira. O pesquisador Deífilo Gurgel foi rápido e puxou da memória um dos  romances da impaciente Militana. Só não imaginava a reação que viria do outro lado. “É um romance belíssimo, com passagens lindas. Mas tem um verso que fala num homem de voz fina. Será que ele desmunheca?”, questionou em tom de brincadeira. A resposta veio de pronto, afiada e rasteira. “É não, menino. Voz fina quer dizer que o homem foi gentil!”, disparou no rumo do desconcertado professor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inocência cruel de Dona Militana dá luz à sabedoria popular. É capaz de transformar frases simples em ditados. Quando indagada sobre se não sentia falta do reconhecimento pelo trabalho desenvolvido como romanceira ao longo dos anos, devolveu a pergunta. “E tem coisa melhor de que viver sozinha?”, disse.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A insistência do repórter na ausência do Estado como agente de preservação da cultura popular rendeu reação semelhante, além de elevar o nível de impaciência dela. “É melhor estar sozinha do que mal acompanhada!”, encerrou o assunto antes de se levantar e tomar o caminho de casa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33371100-115658825240920687?l=folcloredobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/115658825240920687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33371100&amp;postID=115658825240920687' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115658825240920687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115658825240920687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/2006/08/dos-barreiros.html' title='&lt;b&gt;DOS BARREIROS&lt;/B&gt;'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100.post-115658625820624577</id><published>2006-08-26T06:50:00.000-03:00</published><updated>2006-08-26T07:06:15.220-03:00</updated><title type='text'>TRABALHO SOLITÁRIO</title><content type='html'>&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="Image Hosted by ImageShack.us" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;"Eis o mérito do Prof. Deífilo Gurgel: buscou as fontes primárias. Palmilhou os caminhos do Rio Grande do Norte de máquina fotográfica e gravador a tiracolo, ouvindo gente, batendo em portas e sentando-se nos terreiros das casas humildes para ouvir contarem os fragmentos desbotados da tradição popular." &lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Iaperi Araújo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/1600/deifiloalexweb.0.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7676/812/200/deifiloalexweb.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Um canto de muro para o folclore&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Tribuna do Norte, 26/08/2006 &lt;br /&gt;Rafael Duarte - Repórter &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode parecer óbvio, mas tem gente que não sabe: a cultura popular não vive somente do mês de agosto - época em que o folclore é lembrado no país através de debates e apresentações das tradições locais. No Rio Grande do Norte, por exemplo, há grupos que se mantém às duras penas em atividade durante o ano todo. Alguns já desapareceram. A falta de apoio é ainda o grande problema a ser enfrentado. Aposentadoria para os que prestaram serviço à cultura local? É lenda para boi dormir. Os que conseguiram emprego em outros setores para completar a renda contaram com a ajuda de gente que vem dedicando a vida ao registros das manifestações do povo, como o pesquisador Deífilo Gurgel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realização do 12o Congresso Brasileiro de Folclore, em Natal, na próxima semana, mostra ao menos que a cultura popular do  Estado tem projeção nacional. O fato se deve, e muito, à luta do professor Luís da Câmara Cascudo em preservar as tradições locais. Em vida, ele registrou o que pôde da raiz potiguar e contou ao mundo. Não por acaso, o maior nome da cultura do Estado ainda hoje é lembrado Brasil afora. “Ele fazia tudo sozinho. Em 1941, Cascudo lançou a sociedade brasileira de folk-lore para registrar as manifestações locais e nacionais. Seis anos depois é que criaram a comissão nacional de folclore. Ou seja, ele estava muito na frente do seu tempo”, analisa a neta Dhaliana Cascudo.      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ausência física de Cascudo, no entanto, é um fato há 20 anos. O folclore potiguar continua. O que fazer, então, para mudar o quadro e resgatar as tradições locais? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A TRIBUNA DO NORTE provocou esta semana algumas pessoas envolvidas com o tema para discutir o assunto. Participaram do encontro a presidente da Fundação José Augusto, Isaura Rosado, o pesquisador Deífilo Gurgel, o coordenador local do 12o Congresso Brasileiro de Folclore, Severino Vicente, a romanceira Dona Militana, a viúva do mestre Manoel Marinheiro que mantém a tradição do boi de reis no bairro de Felipe Camarão, Odaíza Pontes Galvão, além da diretora do Memorial e neta de Cascudo, Dhaliana Cascudo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bate-papo ocorreu quarta-feira passada no Memorial Câmara Cascudo a partir da pergunta: “Como cada um vê o folclore no Estado?”. Após uma hora de conversa, um fato foi apontado: não existe uma medida prática sendo tocada no RN para mudar a situação.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presidente da FJA, Isaura Rosado, defendeu que o resgate tem que estar atrelado ao turismo, mas não disse como se daria essa relação. A tese, inclusive, é tema do congresso que começa na próxima segunda-feira. “A cultura está ligada à atividade econômica e o turismo é fundamental para isso. Temos que explorar o folclore dessa forma, afinal essa é a terra de Câmara Cascudo. Como o professor Deífilo Gurgel costuma dizer, temos os grupos folclóricos mais importantes do país”, disse ela, que anunciou ainda a publicação de dois editais para a construção do memorial Chico Antônio, orçado em R$ 68 mil, e da Estação Central de Cultura Popular, que deve custar R$ 780 mil.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisador diz que trabalho é solitário &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pesquisador Deífilo Gurgel - apontado pelo grupo como um dos sucessores de Cascudo, ao lado de Oswaldo Lamartine e outros historiadores - denunciou que, no folclore, as pessoas trabalham sozinhas. “Infelizmente é assim. No tempo de Cascudo, ele chegou a ser denunciado a Juvenal Lamartine por um professor do Atheneu que disse que em vez de ensinar história, mandava os alunos dele pesquisar sobre lendas como lobisomem e mula-sem cabeça”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele contou que tinha um projeto para reunir num mesmo local vários grupos tradicionais do Estado, mas desistiu porque não teve apoio. “Era a Vila Chico Santeiro. Algumas pessoas disseram que não ia dar certo porque cada um vive em seu ambiente, mas iríamos fazer uma coisa para manter as tradições. Me ofereceram um terreno em São Gonçalo uma vez, mas deixei para lá. Depois de muita luta fui conseguindo um emprego aqui outro ali para algumas pessoas, mas nem sempre dava. Para você ter uma idéia, liguei essa semana para a comissão nacional de folclore para dizer que estávamos sem dinheiro para fazer o evento. A presidente disse que era assim mesmo, que o último congresso em Porto Alegre foi feito com o que sobrou do carnaval. Aí eu disse: sobra!? Aqui não conseguimos nem a sobra do foliaduto!´”, afirmou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentindo na pele a falta de interesse das autoridades, a viúva do Mestre Manoel Marinheiro, Odaíza Galvão, conta que o boi de reis em Felipe Camarão foi esquecido. O grupo é dividido em dois: o juvenil, que conta com o apoio da Ong Terra Mar, e adulto, que sobrevive com dificuldade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quando Manoel Marinheiro ainda era vivo chegaram a dizer que nos apoiariam. Até hoje, só veio a Ong TerraMar. Mas só bancam as crianças. A outra parte do boi fica sem proteção. Eu trabalho todos os dias costurando as roupas e os figurinos dos brincantes. Quando sobra pano, faço para os adultos, mas não é sempre. Acho que precisaria de muita coisa para mudar. Meu marido não sabia ler nem escrever, mas representou a cultura do Estado. A obra dele merecia uma atenção melhor”, desabafou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33371100-115658625820624577?l=folcloredobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/115658625820624577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33371100&amp;postID=115658625820624577' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115658625820624577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115658625820624577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/2006/08/trabalho-solitrio.html' title='&lt;b&gt;TRABALHO SOLITÁRIO&lt;/B&gt;'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100.post-115658402729546286</id><published>2006-08-26T05:56:00.000-03:00</published><updated>2006-08-26T07:07:45.223-03:00</updated><title type='text'>BALANÇA, MEU BOI</title><content type='html'>&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="Image Hosted by ImageShack.us" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; Evidente que as raízes do boi calenba são portuguesas, ligadas ao ciclo do gado, para vários autores. Outros, vêem o sincretismo europeu e banto. Mestre Mário de Andrade considera o boi calemba fundamentalmente nacional, na sua música, tipos, costumes.&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Personagens centrais: O Boi, Vaqueiros (Mateus e Birico), Rosa, Caipora, Burrinha, Galantes, Catirina&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Veríssimo de Melo, in Xarias e Canguleiros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://imageshack.us"&gt;&lt;img src="http://img132.imageshack.us/img132/1417/brasilfolc01nb3.jpg" border="0" alt="Image Hosted by ImageShack.us" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Boi lombrado, de Diniz Grilo (acervo:UnP)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BALANÇA MEU BOI, BALANÇA:&lt;br /&gt;A CULTURA POPULAR NAS ARTES PLÁSTICAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      IAPERI ARAUJO&lt;br /&gt;      Da Comissão Norte-riograndense de Folclore &lt;br /&gt;e da Comissão Internacional&lt;br /&gt;       de Medicina Popular da IOV/UNESCO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A cultura do povo tem sido um dos principais motivos de inspiração dos artistas plásticos principalmente por refletir a alma do povo em todas as suas manifestações e por fazer parte do universo cultural onde as artes plásticas estão inseridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Inegável a contribuição dessa ideologia feérica do povo.  Nela estão presentes não somente as manifestações dos ludi, o festivo, as brincadeiras, as festas e alegorias, mas também o cotidiano do lavor, o trabalho diuturno na casa, no campo, nas cidades e nas feiras.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A cultura popular comporta um imenso universo de manifestações e esse universo se apresenta em todas as suas formas nas artes plásticas, sendo bebedouro dos artistas na sua inspiração, quando desejam fazer uma arte genuína e nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Da casa do povo captam os motivos mais singelos do cotidiano.   A vida simples nos pequenos gestos do fazer e do viver. O criatório dos pequenos animais, a comida, o mobiliário e o vestuário.  O criar os filhos, o dar de comer aos animais do seu terreiro, lavar roupas nos rios e cacimbas, costurar, fazer suas tarefas domésticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse fazer diário, o artista também se inspira nos pequenos gestos populares do cuidar das plantas de ornamento do jardim e do sustento do pomar. No lavrar a terra e colher seus frutos nos insuspeitos rituais bacantes de fertilidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Da rua, a inspiração vem das festas alegóricas, sempre carregadas do espírito de religiosidade.  Os pastoris, reisados, lapinhas, camaleões e danças tradicionais. A marujada, os congos, o fandango da nau catarineta, as bandeirinhas de São João, o espontão e a procissão dos negros do rosário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Essa a cultura genuína do povo que os artistas plásticos, inseridos em seu contexto, percebem seu pulsar de vida a cada momento e transferem para as expressões de sua arte, esse permanente estímulo, recriando-a com seu estilo e sua forma de expressão para garantir sua sobrevivência, pelo menos através do registro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Todo artista tem compromisso com seu povo e com seu tempo.  A história que é mestra tem mostrado isso, razão pela qual a cultura popular tem sido essa marcante experiência de vida, integrando o processo de criação das artes plásticas como razão e vida do nosso povo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33371100-115658402729546286?l=folcloredobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/115658402729546286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33371100&amp;postID=115658402729546286' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115658402729546286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115658402729546286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/2006/08/balana-meu-boi.html' title='BALANÇA, MEU BOI'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33371100.post-115658889387894538</id><published>2006-08-26T05:34:00.000-03:00</published><updated>2006-08-27T09:20:12.976-03:00</updated><title type='text'>CONGRESSO DE FOLCLORE: PROGRAMAÇÃO </title><content type='html'>&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="Image Hosted by ImageShack.us" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ê BUMBA, Ê, MEU BOI!&lt;br /&gt;Eduardo Alexandre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o XII Congresso Brasileiro de Folclore / XII Encontro de Folclore e Cultura Popular, a realizar-se nesta cidade do Natal, entre 29 de agosto e 1º de Setembro deste 2006, estaremos realizando dois cortejos folclóricos que têm por objetivo a documentação e a apresentação pública de autos populares que vêm dos tempos coloniais, trazidos pelos colonizadores europeus ibéricos e escravos negros da costa oeste africana, que aqui ganharam influência da cultura dos índios de Pindorama, nativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro, a realizar-se a 30 de agosto, a partir das 21:00 horas, em homenagem ao mestre Cornélio Campina, terá como palco o Largo João Alfredo, na Redinha, tendo como cenário o Mercado Público, o Redinha Clube, a Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes, a Capelinha dos Pescadores e as margens do Potengi e gamboa do Jaguaribe. Neste momento, apenas grupos folclóricos apresentarão seus autos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no dia 30, autores do livro “Cascudo guardião das nossas tradições”, organizado pela professora Isaura Amélia Rosado Maia, autografarão a obra no Palácio Potengi, a partir das 18:00 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Centro Histórico de Natal, onde a cidade nasceu, a partir da Santa Cruz da Bica, no chamado Baldo do rio Tissuru, onde a população primitiva “bebia água”, teremos o segundo cortejo, no dia seguinte, 31 de agosto, começando às 16:00 horas. Ali, grupos folclóricos e para-folclóricos evoluirão pela rua Santo Antônio, tendo como cenário o seu antigo casario, a Igreja de Santo Antônio ou do Galo, até o Memorial Câmara Cascudo, já na Praça André de Albuquerque, para registros defronte à Matriz de Nossa Senhora da Apresentação, Larguinho Vicente de Lemos, defronte ao Instituto Histórico e Geográfico do RN, e posterior apresentação em palco aberto da Praça da Poesia, jardins do Palácio Potengi, finalizando no centro da Praça André de Albuquerque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses cortejos foram pensados não para se caracterizarem como grande espetáculo, mas para proporcionarem aos grupos condições espaçosas e propícias às apresentações. Eles evoluirão em espaços de 40 minutos entre um e outro, para que possam mostrar a beleza particular de cada um deles, em enredos, indumentárias e cantos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afora os cortejos de rua, o Congresso apresentará todos os dias outros espetáculos no CEFET, onde se realiza a programação científica, uma apresentação de autos de bois-de-reis defronte à Igreja de Santos Reis, neste sábado, 26 de agosto, quando do lançamento do livro “Folia de Reis”, do folclorista carioca Afonso Furtado; duas exposições de artes plásticas sob o tema “Cultura Popular nas Artes Plásticas”, na Galeria Newton Navarro, salão de entrada da Fundação José Augusto, e Palácio da Cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos momentos mais esperados do Congresso é a apresentação da Chegança, de Barra de Cunhaú, que acontecerá no CEFET, dia 1º de setembro, às 20:00 horas. A grande surpresa, o cenário que o poeta popular e cenógrafo Paulo Varela está preparando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="Image Hosted by ImageShack.us" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;XII Congresso Brasileiro de Folclore&lt;br /&gt;XII Encontro de Folclore e Cultura Popular&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;PROGRAMAÇÃO CULTURAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26/agosto/2006&lt;br /&gt;Pátio da Igreja de Santos Reis&lt;br /&gt;Folia de Reis&lt;br /&gt;16:00h – Lançamento do livro "Folia de Reis", do folclorista Affonso Furtado&lt;br /&gt;17:00h – Boi de Manoel Marinheiro&lt;br /&gt;17:45h – Boi de Reis de São Gonçalo do Amarante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29/agosto/2006&lt;br /&gt;Fundação José Augusto&lt;br /&gt;10:00h – Exposição: Cultura Popular nas artes plásticas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CEFET&lt;br /&gt;18:00h – Abertura do XII Congresso Brasileiro de Folclore – Programação Científica&lt;br /&gt;18:00h – Lançamento da Revista Continente – Câmara Cascudo: Vida dentro da obra&lt;br /&gt;21:00h – Fandango de Canguaretama&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30/agosto/2006&lt;br /&gt;CEFET&lt;br /&gt;08:00h – XII Congresso Brasileiro de Folclore – Programação Científica&lt;br /&gt;18:30h – Boi de Reis de Bocas&lt;br /&gt;19:00h – Bandeirinhas de Touros&lt;br /&gt;19:30h – Declamadores: Paulo Varela, Antônio Francisco, Bob Motta&lt;br /&gt;20:30h – Isaque Galvão – Musical "Lírio Verde"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palácio Potengi – Praça 7 de Setembro&lt;br /&gt;18:00 - Abertura da exposição "Cultura Popular nas artes plásticas do RN"&lt;br /&gt;18:00h – Lançamento do livro "Cascudo Guardião das Nossas Tradições", organizado pela professora Isaura Amélia Rosado Maia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noite Cornélio Campina&lt;br /&gt;Redinha&lt;br /&gt;50 anos à vida das danças antigas e semi-desaparecidas&lt;br /&gt;21:00h – Tema de Abertura: "Linda Baby", de Pedro Mendes, por Carlos Bem&lt;br /&gt;21:10h – Boi de Manoel Marinheiro&lt;br /&gt;21: 50h – Pastoril de Tibau do Sul&lt;br /&gt;22:30h – Grupo Cavalo Marinho de Bayeux&lt;br /&gt;23:10h – Caboclos de Major Sales&lt;br /&gt;23:50h – Boi de Reis de Dedé Veríssimo&lt;br /&gt;00:30h – Grupo Araruna – Danças antigas e semi-desaparecidas&lt;br /&gt;01:10h – Musical "Usina", com Khrystal&lt;br /&gt;01:50h – Coco de Roda de Tibau do Sul&lt;br /&gt;02:30h – Congos de Calçola de Ponta Negra&lt;br /&gt;03:00h – Coco Maracajá&lt;br /&gt;03:30h – Serenata do Pescador – Fernando Tovar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31/agosto/2006&lt;br /&gt;CEFET&lt;br /&gt;08:00h – XII Congresso Brasileiro de Folclore – Programação Científica&lt;br /&gt;18:30h – Caboclinhos de Ceará Mirim&lt;br /&gt;19:00h – Congos de Calçola de Ponta Negra&lt;br /&gt;19:30h – Grupo Araruna – Danças antigas e semi-desaparecidas&lt;br /&gt;20:00h – Roberto do Acordeom&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Santa Cruz da Bica – Memorial Câmara Cascudo – Palácio da Cultura – Praça André de Albuquerque&lt;br /&gt;I Cortejo Folclórico do Centro Histórico de Natal&lt;br /&gt;16:00h – Caboclinhos de Ceará Mirim&lt;br /&gt;16:40h – Congos de Calçola de Ponta Negra&lt;br /&gt;17:20h – Pastoril de Pirangi&lt;br /&gt;18:00h – Cavalo Marinho de Bayeux&lt;br /&gt;18:40h – Boi de Reis Estrela do Oriente&lt;br /&gt;19:20h – Coco de Roda de Dona Neném&lt;br /&gt;20:00h – Caboclos de Major Sales&lt;br /&gt;20:40h – Companhia Parafolclórica da UFRJ&lt;br /&gt;21:20h – Grupo Parafolclórico da UFRN&lt;br /&gt;22:00h – Maracatu Leão Coroado de Recife&lt;br /&gt;22:40h – Espetáculo Teatral "Viva Cascudo na terra dos folguedos", de Dimas Carlos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01/setembro/2006&lt;br /&gt;CEFET&lt;br /&gt;08:00h – XII Congresso Brasileiro de Folclore – Programação Científica&lt;br /&gt;18:30h – Coco de Zambê&lt;br /&gt;19:00h – Pastoril de Tibau do Sul&lt;br /&gt;19:30h – Concerto de Violeiros: Antônio Sobrinho – Francisco Sobrinho – Sebastião da Silva – Cícero Nascimento – Amâncio Sobrinho – Aldaci de França – José Isidro – Luiz Maurício – Assis Sobrinho – Raimundo Lira&lt;br /&gt;20:00h – Chegança de Barra de Cunhaú&lt;br /&gt;20:30h – Tirinete de Tracuá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/6347/brasilfolc00fa3.jpg" border="0" alt="Image Hosted by ImageShack.us" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;12º CONGRESSO BRASILEIRO DE FOLCLORE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(em homenagem a Luís da Câmara Cascudo)&lt;br /&gt;Natal – Rio Grande do Norte 29 de agosto a 1° de setembro de 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 29 de agosto – terça-feira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14:00 h – Credenciamento e entrega de material aos congressistas&lt;br /&gt;18:00 h - Cerimônia de abertura do 12º Congresso Brasileiro de Folclore&lt;br /&gt;                 Homenagem póstuma a Rose-Marie Reis Agrifoglio, por Paula Simon Ribeiro&lt;br /&gt;               - Lançamento dos Anais do XI Congresso Brasileiro de Folclore &lt;br /&gt;                    Bariani Ortêncio – presidente da Comissão Goiana de Folclore&lt;br /&gt;19:00 h – Conferência 01 – Luís da Câmara Cascudo: um brasileiro feliz. &lt;br /&gt;        Conferencista Prof. Dr. Diógenes da Cunha Lima &lt;br /&gt;                    Presidência da mesa: Dra. Anna Maria Cascudo Barreto&lt;br /&gt;20:00 h – Entrega de condecorações e outras honrarias&lt;br /&gt;20:30 h    Abertura do Salão Brasileiro de Arte e Cultura Popular, da Praça Sabor Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 30 de agosto – quarta-feira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 08 às 12 horas – Reuniões dos grupos de trabalho &lt;br /&gt; 08 às 12 horas – Oficinas &lt;br /&gt;14:00h – Conferência 02 – Tradições nordestinas: heranças lusitanas. &lt;br /&gt;Conferencista: Antônio Pinelo Tiza (Bienal Mascarate, Bragança, Portugal)&lt;br /&gt;Debatedor: Dácio Galvão – Presidente da Fundação Capitania das Artes – Natal / RN.&lt;br /&gt;15:00 h – Conferência 03 – Folclore e turismo. &lt;br /&gt;Conferencista: Clerton Martins (Universidade de Fortaleza – Comissão Cearense de Folclore). Debatedores: Olimpio Bonald Neto (Comissão Pernambucana de Folclore), Maria Alice Amorim (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). &lt;br /&gt;16:30 h – Mesa-redonda 01 – Literatura popular em verso: tradição e contemporaneidade. Expositores: Arnaldo Saraiva (Universidade do Porto). Vicente Sales (Universidade Federal do Pará). Luiz Antônio Barreto (Comissão Sergipana de Folclore)&lt;br /&gt;16:30 h – Mesa-redonda 02 – Turismo, diversidade cultural e desenvolvimento sustentável. Expositores: Jurema Dantas (Universidade Potiguar). Isaura Amélia Rosado Maia (Fundação José Augusto – RN). José Moreira de Souza (Fundação João Pinheiro – MG)&lt;br /&gt;17:30 h – Mesa-redonda 03 – Estudos cascudianos. Expositores: Ático Vilas Boas da Motta (Comissão Baiana de Folclore). Maria Thereza Lemos de Arruda Camargo (Comissão Paulista de Folclore). Vicente Serejo (Universidade Federal do Rio Grande do Norte)&lt;br /&gt;17:30 h – Mesa-redonda 04 – Culinária, folclore e turismo. Expositores: Bariani Ortêncio (Comissão Goiana de Folclore). Vivaldo Costa Lima (Comissão Baiana de Folclore). José Carlos Rossato (Comissão Paulista de Folclore).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 31 de agosto – quinta-feira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08 às 12 horas – Reuniões dos grupos de trabalho &lt;br /&gt;08 às 12 horas – Oficinas &lt;br /&gt;14:00 h – Conferência 04 – Tradição oral, registro e recriação. &lt;br /&gt;Conferencista: Bráulio do Nascimento (Comissão Nacional de Folclore). Debatedores: Gilmar de Carvalho (Universidade Federal do Ceará). Beliza Áurea Mello (Universidade Federal da Paraíba).&lt;br /&gt;15:00 h – Conferência 05 – O cordel no século XXI&lt;br /&gt;Conferencista: Ria Lemaire (Universidade de Poitiers – França). Debatedores: Rosilene Melo (Universidade Federal de Campina Grande). Neuma Fechine Borges (Comissão Paraibana de Folclore).&lt;br /&gt;16:30 h – Mesa-redonda 05 –Turismo e religiosidade popular. Expositores: Mundicarmo Ferretti (Comissão Maranhense de Folclore). Angélica Hoeffler (Universidade do Grande ABC - São Paulo). Sandro Guimarães de Salles (Universidade Federal de Pernambuco)&lt;br /&gt;16:30 h – Mesa-redonda 06 – Parafolclore e turismo. Expositores: Aglaé D´Ávila Fontes (Comissão Sergipana de Folclore). Cáscia Frade (Comissão Nacional de Folclore). Maria de Lourdes Macena (Comissão Cearense de Folclore).&lt;br /&gt;17:30 h – Mesa-redonda 07 – Artesanato e turismo. Expositores: Beatriz Dantas (Universidade Federal de Sergipe). Ângela Savastano (Museu do Folclore de São José dos Campos). Dorian Gray Caldas (Academia Norte-riograndense de Letras).&lt;br /&gt;17:30 h – Mesa-redonda 08 – Lúdica e turismo. Expositores: Altimar de Alencar Pimentel (Comissão Paraibana de Folclore), Dione Peña Zanatta (Comissão Gaúcha de Folclore). Delzimar Coutinho (Comissão Fluminense de Folclore). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 1º de setembro – sexta-feira &lt;br /&gt;08 às 12 horas – Reuniões dos grupos de trabalho &lt;br /&gt;08 às 12 horas – Oficinas &lt;br /&gt;14:30 h – Mesa-redonda 09 – Ocorrências lúdico-religiosas no Folclore. Expositores: Ulisses Passarelli (Comissão Mineira de Folclore). Roberto Benjamin (Comissão Pernambucana de Folclore). Osvaldo Meira Trigueiro (Universidade Federal da Paraíba)&lt;br /&gt;14:30 h – Mesa-redonda 10 – Promoção oficial: folclore, parafolclore e turismo. Participantes: Toninho Macedo (Comissão Paulista de Folclore). Teresinha Heimann (Fundação Cultural de Blumenau).  Maria do Socorro Araújo (Comissão Maranhense de Folclore)&lt;br /&gt;15:30 h – Mesa-redonda 11 – Memórias e reflexões sobre a literatura popular. Participantes: Neide Medeiros Santos (Comissão Paraibana de Folclore). Manuel Fonseca dos Santos (Universidade de Poitiers). John Rex Gadzekpo Amuzu (Universidade de Gana).&lt;br /&gt;15:30 h – Mesa-redonda 12 – Patrimônio imaterial e turismo. Expositores: Julie Cavignac (Universidade Federal do Rio Grande do Norte). Lélia Pereira da Silva Nunes (Comissão Catarinense de Folclore). Júlio Gomes (Comissão Espírito-Santense de Folclore).&lt;br /&gt;17:00 h – Reunião plenária da Comissão Nacional do Folclore&lt;br /&gt;18:00 h – Encerramento do Congresso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;GRUPOS DE TRABALHO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Público-alvo: Estudiosos da Ciência do Folclore e da cultura popular, pré inscritos&lt;br /&gt;Local: CEFET – Centro Federal de Educação Tecnológica do RN&lt;br /&gt;Data: 29 de agosto a 1º de outubro de 2006 Horário: 08 às 12 horas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GT 01 – Religião e cultura popular&lt;br /&gt;    Coordenação: Universidade Federal do Rio Grande do Norte &lt;br /&gt;    Endereço eletrônico: religcong12@hotmail.com &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;GT 02 – Música e cultura popular&lt;br /&gt;    Coordenação: FCC – Faculdade Câmara Cascudo&lt;br /&gt;    Endereço eletrônico: mcpcong12@hotmail.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GT 03 – Dança e cultura popular &lt;br /&gt;    Coordenação: Centro Federal de Educação Tecnológica do RN&lt;br /&gt;    Endereço eletrônico: dancpcong12@hotmail.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GT 04 – Culinária e medicina popular&lt;br /&gt;  Coordenação: Faculdade Natalense para o Desenvolvimento do RN&lt;br /&gt;    Endereço eletrônico: culmedcong12@hotmail.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GT 05 – Folclore e turismo&lt;br /&gt;    Coordenação: Universidade Potiguar    &lt;br /&gt;    Endereço eletrônico: folturcong12@hotmail.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GT 06 – Cultura popular e comunicação&lt;br /&gt;      Coordenação: Universidade do Estado do Rio Grande do Norte &lt;br /&gt;    Endereço eletrônico: cpcomcong12@hotmail.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GT 07 – Folclore nas práticas pedagógicas&lt;br /&gt;  Coordenação: Instituto Brasil de Pesquisas e Ensino Superior /&lt;br /&gt;  Universidade Estadual Vale do Acaraú&lt;br /&gt;    Endereço eletrônico: folppcong12@hotmail.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GT 08 – Oralidade e transmissão do saber&lt;br /&gt;     Coordenação: Faculdades de Ciências Empresariais e Estudos&lt;br /&gt;     Costeiros de Natal&lt;br /&gt;    Endereço eletrônico: oraltscong12@hotmail.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GT 09 – Patrimônio imaterial.  &lt;br /&gt;   Coordenação: Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Museu Câmara Cascudo)&lt;br /&gt;    Endereço eletrônico: patrimcong12@hotmail.com        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GT 10 – Artesanato e festas populares&lt;br /&gt;  Coordenação: Faculdades de Ciências, Cultura e Extensão do RN &lt;br /&gt;    Endereço eletrônico: artfescong12@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OFICINAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Público-alvo: Estudiosos, profissionais e estudantes das temáticas abordadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: 30 de agosto a 1º de setembro Horário: 08 às 12 horas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: CEFET – Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oficina 01 – Ciclos folclóricos e festas na escola&lt;br /&gt;            Ministrante: Cirinéia do Amaral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oficina 02 – Cinema e vídeo na cultura popular&lt;br /&gt;            Ministrante: Buca Dantas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oficina 03 – Folclore e turismo cultural. &lt;br /&gt;            Ministrantes: Clerton Martins e Severino Lucena Filho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oficina 04 – Xilogravura. &lt;br /&gt;            Ministrantes: Aucides Sales e Marcelo Soares &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oficina 05 – Dança &lt;br /&gt;            Ministrante: Eleonora Gabriel e Cátia Cupertino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oficina 06 – Brinquedos e brincadeiras populares &lt;br /&gt;            Ministrante: Lerson Fernando e Emanuel Amaral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oficina 07 – Ritmos Folclóricos&lt;br /&gt; Ministrantes: Jorge Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM CULTURA FOLCLÓRICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Público-alvo: Professores e estudantes de segundo e terceiro graus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: 29 de agosto a 01 de setembro – terça, quarta, quinta e sexta-feira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: CEFET – Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 29 de agosto –  terça-feira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08:00 h – Abertura &lt;br /&gt;      Paula Simon Ribeiro – Presidente da Comissão Nacional de Folclore&lt;br /&gt;                Deífilo Gurgel – Presidente da Comissão Norte-Riograndense de Folclore&lt;br /&gt;08:20 h - Comunicação –Tempos do folclore potiguar – Djalma Maranhão, Câmara Cascudo e Joaquim Caldas Moreira.&lt;br /&gt;         Comunicador: Moacir de Góis – Rio de Janeiro - RJ&lt;br /&gt;09:00 h – Aula 01 – A Carta do Folclore brasileiro&lt;br /&gt;                Ministradora: Cáscia Frade – Universidade Estadual do Rio de Janeiro  &lt;br /&gt;10:00 h – Aula 02 – Cultura afro-brasileira&lt;br /&gt;                Ministrador: Luiz Assunção – Universidade Federal do Rio Grande do &lt;br /&gt;                Norte &lt;br /&gt;11:00 h – Aula 03 – Danças folclóricas do Rio Grande do Norte&lt;br /&gt;                Ministrador: Severino Vicente – Comissão Norte-Riograndense de Folclore&lt;br /&gt;14:00 h – Aula 04 – Literatura de cordel e turismo no Rio Grande do Norte&lt;br /&gt;                Ministrador: Gutenberg Costa – Comissão Norte-Riograndense de Folclore&lt;br /&gt;15:00 h – Aula 05 – Turismo religioso no Rio Grande do Norte&lt;br /&gt;                Ministrador: Antônio Marques – Comissão Norte-riograndense de Folclore&lt;br /&gt;16:00 h – Aula 06 –  Cantorias do Rio Grande do Norte&lt;br /&gt;                Ministrador: José Lucas de Barros – Comissão Norte-riograndense de         Folclore&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Dia 30 de agosto – quarta-feira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09:00 h – Aula 07 – Literatura popular na região Sul&lt;br /&gt;                Ministrador: Ivo Benfatto – Comissão Gaúcha de Folclore&lt;br /&gt;10:00 h – Aula 08 – Turismo e grupos parafolclóricos&lt;br /&gt;                Ministradora: Teresinha Heimann – Universidade de Blumenau /SC&lt;br /&gt;11:00 h – Aula 09 – Cultura popular na fronteira Oeste&lt;br /&gt;                Ministradora: Marlei Sigrist – Comissão Sul-matogrossense de Folclore&lt;br /&gt;14:00 h – Aula 10 – Folguedos e danças do Leste&lt;br /&gt;                Ministrador: Luiz Carlos Ribeiro – Comissão Espírito-santense de Folclore&lt;br /&gt;15:00 h – Aula 11 – Folias de reis&lt;br /&gt;                Ministrador: Affonso Furtado da Silva – Comissão Fluminense de Folclore&lt;br /&gt;16:00 h –  Aula 12 – Folguedos e danças do Nordeste I&lt;br /&gt;                 Ministradores: Ranilson França – Comissão Alagoana de Folclore&lt;br /&gt;                 Verônica Maria Ribeiro – Universidade Federal do Piauí - UFPI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 31 de agosto – quinta-feira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09:00 h – Aula 13 – Folguedos e danças da região Sul&lt;br /&gt;                Ministrador: Reginaldo Gil Braga – Universidade Federal do Rio Grande do &lt;br /&gt;      Sul &lt;br /&gt;10:00 h – Aula 14 – Cordel: resistência heróica&lt;br /&gt;                 Ministradores: Joaquim Crispiniano Neto  - Escola de Agronomia de Mossoró &lt;br /&gt; Franklin Machado – Universidade Estadual de Feira de Santana  &lt;br /&gt;11:00 h – Aula 15 – Folguedos de danças do Nordeste II&lt;br /&gt;                Ministradora: Roza Santos – Comissão Maranhense de Folclore&lt;br /&gt;14:00 h – Aula 16 – Projeção do Folclore em danças e Folguedos I&lt;br /&gt;                 Ministrador: Toninho Macedo – Comissão Paulista de Folclore&lt;br /&gt;15:00 h – Aula 17 – Religiosidade popular: cultos e folguedos&lt;br /&gt;                Ministrador: Afonso Aguiar Filho – Comissão Pernambucana de Folclore&lt;br /&gt;16:00 h – Aula 18 – Medicina popular&lt;br /&gt;                Ministrador: Iaperi Araújo – Comissão Norte-Riograndense de Folclore&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 1º de setembro – sexta-feira&lt;br /&gt;                                  &lt;br /&gt;09:00 h – Aula 19 – Folclore infantil&lt;br /&gt;                Ministradora: Neusa Bonna Secchi – Comissão Gaúcha de Folclore&lt;br /&gt;10:00 h – Aula 20 – O ensino com o Folclore&lt;br /&gt;                Ministradora: Cirinéia do Amaral – Comissão Pernambucana de Folclore&lt;br /&gt;11:00 h – Aula 21 – Projeção do Folclore em danças e folguedos II&lt;br /&gt;                Ministradora: Aglaé D’Avila Fontes – Universidade Federal de Sergipe  &lt;br /&gt;14:00 h – Aula 22 – Literatura popular: o conto&lt;br /&gt;                Ministradora: Doralice Alcoforado – Comissão Baiana de Folclore&lt;br /&gt;15:00 h – Aula 23 – Lendas e mitos: ocorrências urbanas&lt;br /&gt;                Ministradora: Rúbia Lóssio – Fundação Joaquim Nabuco&lt;br /&gt;16:00 h – Aula 24 – Artesanato: influência do colonizador europeu&lt;br /&gt;               Ministradora: Lélia Pereira Nunes – Comissão Catarinense de Folclore.&lt;br /&gt;17:00 h - Encerramento do Curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;FORUM DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ESTUDOS DO CANGAÇO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A Comissão Nacional de Folclore e a Comissão Norte-riograndense de Folclore, tendo em consideração que os estudos do banditismo ocupam a atenção e o entusiasmo de inúmeros especialistas, em colaboração com a Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço, de Mossoró (RN), realizam um fórum, paralelo ao 12º Congresso Brasileiro de Folclore, sobre a temática do cangaço, com a seguinte programação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 30 de agosto – quarta-feira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– 10:00 horas – Local: CEFET RN&lt;br /&gt;Conferência 1 – O romanceiro da gesta do cangaço&lt;br /&gt; Conferencista: Deífilo Gurgel – (Comissão Norte-riograndense de Folclore)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– 11:00 horas – Local: CEFET RN&lt;br /&gt;Conferência 2 – Presença da mulher no cangaço&lt;br /&gt;Conferencista: Ilsa Fernandes Queiroz – (Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 31 de agosto – quinta-feira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– 10:00 horas – Local: CEFET RN&lt;br /&gt;Conferência 3 – Cangaceiros na Bahia&lt;br /&gt; Conferencista: Oleone Coelho Fontes (escritor, jornalista).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– 11:00 horas – Local: CEFET RN&lt;br /&gt;Conferência 4 – Jesuíno Brilhante e Antônio Silvino no Rio Grande do Norte&lt;br /&gt;Conferencista: Geraldo Maia do Nascimento (Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 1º de setembro – sexta-feira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– 10:00 horas – Local: CEFET RN&lt;br /&gt;Conferência 5 – Combate ao cangaço: aspectos sociais&lt;br /&gt;Conferencista: Geraldo Ferraz (Universidade Federal de Pernambuco)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– 11:00 horas – Local: CEFET RN&lt;br /&gt;Conferência 6 – Faces do banditismo e a ação policial militar&lt;br /&gt;Conferencista: Roberto Monteiro (Faculdades de Olinda, historiador; oficial da reserva da Polícia Militar de Pernambuco)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33371100-115658889387894538?l=folcloredobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/feeds/115658889387894538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33371100&amp;postID=115658889387894538' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115658889387894538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33371100/posts/default/115658889387894538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folcloredobrasil.blogspot.com/2006/08/congresso-de-folclore-programao.html' title='&lt;b&gt;CONGRESSO DE FOLCLORE: PROGRAMAÇÃO &lt;/B&gt;'/><author><name>Alma do Beco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02032883421149079943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://img195.exs.cx/img195/8065/tnfotogaleradobeco9wa.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
